
Nothing to say, yet
Track plays, engagement, audience growth, and performance across your audio.
Try now
Listen to 2011-10-16-TomasDeAquino by Aldo Dos Santos Dias MP3 song. 2011-10-16-TomasDeAquino song from Aldo Dos Santos Dias is available on Audio.com. The duration of song is 01:56:37. This high-quality MP3 track has 8 kbps bitrate and was uploaded on 20 Oct 2026. Stream and download 2011-10-16-TomasDeAquino by Aldo Dos Santos Dias for free on Audio.com – your ultimate destination for MP3 music.










Creator Music & SFX Bundle
Making videos, streaming, podcasting, or building the next viral clip?
The Content Creator Music & SFX Bundle delivers 70 packs of hard-hitting tracks and sound effects to give your projects the fresh, pro edge they deserve.










Comment
Loading comments...
The transcription discusses the historical significance of theologians such as Saint Augustine and Saint Thomas Aquinas in the Christian tradition. It highlights how Aquinas's theological work surpassed Augustine's and became highly influential in the Latin Church, leading to a deeper understanding of Christian doctrine. The text also touches on the development of philosophy and the need for more concise and profound interpretations of theological teachings over time. It emphasizes the importance of wisdom and order in understanding the works of these theologians, particularly Saint Thomas Aquinas. Overall, the transcript sheds light on the intellectual evolution within Christianity and the contributions of key figures like Aquinas in shaping theological thought. Bom, hoje então, como a gente dizia, é 16 de outubro de 2011, domingo a domingo. Na aula passada, nós tínhamos quase terminado o assunto. Faltou um pedacinho de importância antes de entrar no verdadeiro tema de hoje. Na aula passada, nós tínhamos chegado ao ponto onde, historicamente, nós tínhamos apresentado São Tomás de Aquino. E eu fiz uma observação muito importante, que São Tomás de Aquino fez uma obra teológica muito mais extraordinária do que a de Santo Agostinho. E que ninguém tem a menor dúvida desse aspecto. Isso não é um assunto controverso. O maior teólogo da Igreja de todos os tempos foi São Tomás de Aquino. Ele está disparado em primeiro lugar. E é tão assombroso o que ele fez, que inclusive nem dá para desconfiar se algum dia vai aparecer algum que consiga fazer igual o que ele fez. E tão assombroso é a obra desse homem. E uma coisa que chama muita atenção é que justamente na Igreja Latina, na Igreja Católica Histórica Romana, de tradição latina, que já seguia, teologicamente, as legadas de Santo Agostinho, passou a seguir as legadas de São Tomás de Aquino. Em um sentido muito parecido, em certos aspectos, com uma coisa que a gente observa recentemente com as linguagens de programação e de computação. São linguagens que vão se tornando tão complexas que é quase impossível alguém desenvolver nada com aquelas linguagens. Então alguém tem que inventar uma nova linguagem que seja mais sintética, mais profunda, mais concisa, que permita fazer, num tempo hábil, aquilo que com a linguagem velha você gastaria 20 anos. Então, se as pessoas hoje fizessem o Windows com a linguagem quando começou a computação, você levaria 100 anos para fazer uma nova gestão do Windows. E isso vai se repetindo de tempo em tempo. As linguagens vão se tornando tão complexas, se inventam tantas coisas novas, se encontram tantas coisas novas, que chega num ponto que é impossível você programar mais coisa alguma, que levaria séculos. Então alguém tem que inventar uma linguagem nova, mais potente. E uma coisa mais ou menos parecida aconteceu dentro do cristianismo, que o padre Jesus previu. Ele veio semear um campo de trigo e ele disse que o trigo ia crescer, e ele ia crescer até o fim do tempo. E os primeiros apóstolos e a primeira geração que conviveram com os apóstolos, você percebe lendo os textos deles, eles tinham uma compreensão do Evangelho absolutamente extraordinária. E logo depois, porém, as gerações seguintes foram, pouco a pouco, desvendando cada vez mais a profundidade que havia no Evangelho e na Sagrada Escritura. E os textos foram se multiplicando. E na época de Santo Agostinho, isso chegou num ponto que a literatura cristã já estava tão desenvolvida e tão profunda, que era quase impossível você conseguir acompanhar tudo aquilo e ir direto ao cérebro do assunto. Então precisava não só um resumo, precisava de uma coisa escrita num nível mais alto, para possibilitar fazer em menos tempo, aquilo que talvez você tenha gastado a vida inteira para fazer em menos ou por cento de fases. E tanto aí que a gente comentou que, lendo Santo Agostinho, você consegue entender verdades sobre o Evangelho, que você demoraria dez vezes mais se você colher todos os outros apóstolos. Ali já está concentrado e num nível bem mais alto. Depois que Santo Agostinho morreu, aí aconteceu um fenômeno na Igreja Latina, que as pessoas, os teólogos cristãos, começaram a usar o próprio Santo Agostinho como porta de entrada para a tradição cristã. Porque, além de mais rápido, era mais profundo. Se você fosse pelos demais, além de nem sempre estar no mesmo nível, demora muito mais tempo. E, óbvio, com o passar do tempo, as próprias coisas que Santo Agostinho foi colocando, foram sendo desenvolvidas e se tornando mais profundas. As pessoas começaram a enxergar coisas novas. E, quando chegamos no ano por volta de 1100, já se começou a sentir a necessidade de surgir alguma coisa ainda mais profunda. E isso começou a ser trabalhado pela primeira vez. O posto até inicial desse movimento foi dado por um agostiniano chamado Lúcio Sandito. E a página que nós temos na internet de introdução ao cristianismo é justamente, está escrito que ela é segundo São Tomás de Aquino e Hugo de São Pedro. O que Hugo de São Pedro começou foi se desenvolvendo de uma maneira extremamente rápida. Certo para os fazendeiros da época. E acabou desenvolvendo o Santo na obra de São Tomás de Aquino. E aí aconteceu o mesmo fenômeno. Assim como Santo Agostinho estava com Santo Padre, São Tomás de Aquino estava com Santo Agostinho. Aquilo de Santo Tomás de Aquino, o Santo Padre, num nível de concentração e geração absolutamente extraordinário e que hoje não se suspeita mais. Porque, na prática, faz 60 anos que se abandonou essas coisas. Se abandonou não porque mandaram, mandaram inclusive fazer o contrário. Mas na prática foi o que aconteceu. Então, o que aconteceu é que, algum tempo depois de São Tomás de Aquino, você tinha uma situação muito curiosa. Que fez uma diferença profunda entre a Igreja Latina e a Igreja Oriental. A Igreja Oriental não deu muita atenção ao próprio Santo Agostinho. A Igreja Oriental, ela se baseia basicamente no descrito, principalmente no descrito do primeiro Santo Padre. E aqui na Igreja do Ocidente, na Igreja Latina, ela depois de São Tomás de Aquino, algum tempo depois, ela começou a se introduzir na tradição cristã via São Tomás de Aquino. Quer dizer, as pessoas que iam estudar Filosofia e Biologia, ou simplesmente as pessoas que se interessavam por Biologia, elas começavam a estudar São Tomás de Aquino. Onde elas tinham, de uma maneira mais curta, em termos de número de páginas. Mas, não por ser mais curta era menos profunda, muito pelo contrário. Apesar de ser mais curto, era mais profundo, estava em um nível mais elevado. Eles tinham uma introdução geral a todo o panorama da tradição cristã. E, às vezes, alguns começavam a fazer o trabalho de trás pra frente, estudando São Tomás de Aquino. Não só a suma, mas a doutrina geral de São Tomás. Eles começavam a ver de onde aquilo tinha vindo. Inclusive, um ponto extraordinário de partida, pra quem viesse a conhecer São Tomás de Aquino, pra ver o que havia depois, era justamente o Edição Vítor. E, de certa maneira, no Edição Vítor, você vê como que era, como que estava a Teologia, 200 anos antes de São Tomás de Aquino. O Edição Vítor começou a fazer um trabalho semelhante ao do São Tomás. Dali pra frente, é dali pra trás. Portanto, você, pouco a pouco, se você voltar atrás, você começa a perceber a grandiosidade que esses homens fizeram. E um impulso tremendo que eles deram àquilo que a gente chama de sabedoria. Eram pessoas que estavam atrás da sabedoria. E tinham consciência que isso não era um luxo. São Tomás, ele repete muitas vezes que, entre várias outras coisas, um dos ofícios do sábio é ordenar. É colocar as coisas em ordem. É apreciar a ordem de todas as coisas dentro da natureza e dentro do plano de Deus. E colocá-las em ordem. Então, é justamente aquilo que os santos padres, os sumos pontificos deveriam fazer. Aquilo que os bispos deveriam fazer. Aquilo que os presidentes da República deveriam fazer. Aquilo que a ONU deveria fazer. Aquilo que os ministros da Educação, da Saúde e da Justiça deveriam fazer. E é também aquilo, até um certo ponto, que um padre sábio também deveria fazer. Então, essas pessoas não estavam estudando e fazendo isso à toa. Eles sabiam que, ao fazer isso, eles estavam preparando o alimento durante o tempo. Eles estavam exercendo uma das funções mais importantes para que o Reino de Deus pudesse se instalar aqui na Terra. Através da Igreja. E uma coisa que eu quero ressaltar também é que, além de tudo isso, a obra de São Tomás, ele tem um valor, do ponto de vista espiritual, muito fora do comum. Que, normalmente, a gente não percebe, porque nós não temos a devida preparação para ler com fluência. Para você ler a obra de São Tomás de Adino com fluência, você precisaria conhecer bem a Sagrada Língua de Tuco, conhecer bem a filosofia e ser um católico praticante que busca a vida espiritual. Se não, aquilo não faz sentido. E, geralmente, as pessoas são falhas no primeiro e no terceiro. Geralmente, as pessoas não buscam a vida espiritual com todas as formas. E conhecem a Sagrada Escritura mal. E filosofia, normalmente, não é receita. E, mesmo aqueles que fizeram filosofia, que nas escolas de filosofia de hoje, o que existem sim é a filosofia moderna, pós-cartesiana. E, apesar da filosofia antiga ter se desenvolvido até hoje, mas, normalmente, nas escolas de filosofia, você tem cinquenta matérias. Uma de filosofia antiga, uma de filosofia medieval e quarenta e oito de filosofia moderna, onde só se estudam os autores que não seguem ainda a filosofia antiga. Ou seja, na verdade, daquilo que o São Tomás de Adino entendia por filosofia, quem estuda filosofia hoje não entende nada. Então, isso dificulta o entendimento dos textos de São Tomás. Porém, quando a gente tem esses requisitos, uma das coisas extraordinárias que salta à vista de quem é o original de São Tomás, e, mais ainda, se o indivíduo conhece outros textos de filosofia, é que, normalmente, os grandes filósofos têm uma ou duas ideias geniais, e eles passam a vida inteira tentando mostrar para os outros aquelas verdades geniais que eles descobriram, destrinchando-as de todas as maneiras possíveis. E, inclusive, muitos deles ligavam disso. Eu não lembro quais foram, não sei se... Acho que, recentemente, posso ter errado, mas acho que o Bergson, que, inclusive, ganhou o Prêmio Nobel, que é filósofo, e ganhou o Prêmio Nobel de Literatura porque não tinha o Prêmio Nobel de Filosofia. Mas deram o Prêmio Nobel de Literatura para ele porque não puderam dar o de Filosofia. Ele foi um dos primeiros professores do Jacques Maritain. E, se não me engano, Bergson era o Bergson, e, além de outros, que ele viveu exatamente o que eu estou falando. Quer dizer, que os grandes filósofos tiveram uma grande ideia na vida, e, depois, essa ideia era tão profunda que eles passaram o resto da vida inventando milhares de maneiras para poder explicar essa ideia para os outros. Chega. Não, acho que isso foi, para você ser um colheito, isso foi incrível. Sim. E, mesmo que eles não dissessem, você vê claramente que toda a filosofia marxista, que é extremamente complexa, no fundo, ela usa três ou quatro ideias, e eles estão há dois séculos tentando explicar aquelas três ou quatro ideias para as pessoas. E, até o Einstein, parece que ele também disse uma coisa parecida. Eu não sei quem foi que lhe falou, mas um dia ele deu uma declaração. Ele disse, olha, tudo que eu vivo, no fundo, não passa de uma coisa. É um teorema, era postulado que a velocidade da luz é constante. No fundo, foi só isso que eu descobri. O resto, eu tentei explicar para as pessoas o que isso significava. Ora, por que eu estou falando isso? Porque, o mais inacreditável que as pessoas possam achar, e eu estou falando, mas é a pura verdade, quando você lê São Paulo Ezequiel, você vê exatamente a coisa oposta. Ele não tem uma única ideia que ele passou a vida inteira tentando desenvolver. Cada parágrafo é uma ideia diferente, e é um atrás da outra, e ele faz de propósito. Por tanto mais, ele, na linguagem de hoje, ele não enche a linguiça. Ele não tenta parar para explicar profundamente, com milhares de mensagens, cada ideia que ele tem. Se ele fizer isso, ele não ia acabar nunca. Ele tem uma ideia atrás da outra. Então, ele simplesmente põe, às vezes, dependendo do livro, ele dá um evento, ou dois, no máximo, e acabou a questão. Nós temos mais assuntos para tratar. E, para quem acostumou, ou para quem já leu livro de filosofia moderna, que você identifica que, no fundo, ele está dizendo uma coisa, e o livro inteiro é para mostrar os contornos daquela coisa, você vê que é o contrário. Você lê no São Tomás, e é uma recamealhadora de uma ideia atrás da outra, e cada uma delas que fossem desenvolvidas ao livro inteiro. Ele não escreveu 20 milhões de livros, porque não dava tempo. Então, ele só colocou cada uma daqueles parágrafos que fossem em outros filósofos, mesmo demorando uma vida para fechar. E o que é mais impressionante é que, essas verdades que ele está colocando, você analisando a luz do pensamento, normalmente não são verdades apenas a luz da razão natural. São verdades que vêm à luz dessa razão, à luz dessa graça que age sobre a inteligência das pessoas que buscam a Deus. E ele está, ao escrever as coisas que ele escreve, ele está, na verdade, no fundo, tentando treinar o leitor que o acompanha a acostumar-se com essa luz que vai mostrando toda essa profundidade e toda essa elevação. De tal maneira que, uma das coisas mais incríveis que ele propõe a estudar Pneumatológica, se ele tiver os requisitos para ler aquilo com fluência, se ele sabe os conceitos filosóficos, conhece a Sagrada Escritura e é um pão católico, e ele começa a ler e começa a entender, o efeito daquilo é que se vai estudar Pneumatológica como se deve, linha por linha, vai um, dois ou três anos, no mínimo, e você, o resultado é que, depois de alguns meses, parece que você tem a impressão de estar no céu. E porque, não é uma mera impressão, o São Tomás fez de propósito. Na verdade, por incrível que pareça, ele está querendo ensinar e ensinar. Ele está querendo mostrar para os viventes um certo gosto da vida da Graça. De tal maneira que, depois de algum tempo, você percebe que tem uma diferença dramática. Você lê o Capital do Tomás e lê a Pneumatológica e você não entende, você vai, você tem a impressão de estar dentro do céu, percebendo a realidade mais profunda. No outro, não tem diferença nenhuma do livro de Física, do livro de Matemática ou de um livro de comum comum. E, normalmente, a gente se pergunta mas o que esse indivíduo colocou aqui nesse livro para acontecer isso? E o que está faltando no outro para chegar naquele ponto? Frequentemente, as pessoas não sabem responder, mas não tem problema. Elas podem saber responder, mas demorar para entender de onde aquilo veio. Mas, como é que se diz, mas dá para perceber nitidamente que tem uma diferença. E dá para perceber nitidamente que aquilo é Santo Agostinho concentrado e que o Santo Agostinho é o Santos Padres concentrado. Se você pega o Santos Padres no início do Cristianismo, virando aqueles primeiríssimos que tiveram contato direto com o Sapoto, você percebe que em Santo Agostinho tem aquela mesma força mas mais concentrada. Em São Tomás tem aquela mesma em Santo Agostinho, mas mais concentrada ainda. Isso fez com que isso fez dentre outras coisas, que surgisse diversas coisas que são próprias da nossa civilização que foi criada pela igreja católica romana, que você não encontra em outros lugares do mundo. Você não encontra na China, não encontra na Rússia, não encontra na Índia, não encontra na África. Certo? E isso daí deixou uma marca profundíssima. E que hoje exatamente porque, dentre outras coisas, resolveram desligar a tomada. A tomada é o próprio Santo Tomás de Aquino, que o Santo Tomás de Aquino servia como porta para essas coisas. Você desliga a tomada e aí fica tudo escuro e alguém, parece uma teoria, fica tudo escuro. Você tem que jogar uma bomba. Então, em vez de ligar a tomada de novo, que era o que você tinha feito, se inventam outras teorias e que, inclusive, vocês percebem claramente. São os últimos, nas últimas décadas, existe um movimento que se chama, entre aspas, de laicização da sociedade, mas não é laicização nenhuma. Se fosse laicização isso não teria grandes problemas. A sociedade laica sempre foi, mesmo com a galera cristã, que os reis são, na realidade, o que tem na igreja. O que isso, na verdade, se quer fazer é desenraizar todo aquele contributo que a igreja trouxe para a nossa civilização e que deveria, inclusive, se aprofundar muito mais ainda e não arrancá-lo. Então, uma das maneiras que se encontrou, uma das maneiras inteligentes que se encontrou para tirar a tomada foi simplesmente dizer que Fotomais de Aquino era um autor de media. Então, vamos esquecer dele. Isso já estava passado. Mas o pessoal sabia que São Tomás de Aquino, na verdade, servia como uma porta não só para Santo Agostinho, mas para o Santo Pátrio. Você, tirando do São Tomás, você acaba arrancando a tradição cristã inteira. Coisa que não aconteceria, por exemplo, nas igrejas do Oriente. As igrejas do Oriente não dependeram de um grande autor para se introduzir na tradição cristã. As igrejas do Oriente não tiveram nem o São Tomás nem o Santo Agostinho. Eles estavam lá, digamos assim, cagando milho em dezenas e milhares de santos padres. Então, não tem, lá na igreja do Oriente, um santo padre que você diz esquece desse, porque está passado. Exatamente. Então, você não dava enganar a igreja oriental desse jeito. Mas não é porque eles estavam melhores. Está certo? Na verdade, a gente estava no nível melhor, sobre esse ponto de vista. Mas era fácil não enganar o indivíduo. É só um livro. É só um livro. Inclusive, igrejas do Antiguo. Então, esquece. Mas, junto com aquele livro, ia absolutamente tudo. Então, as pessoas não perceberam que, não perceberam nesses últimos 40 anos, que ao jogar fora o Pantanal, estavam jogando fora, junto com Santo Agostinho, a tradição que eles têm inteira, e absolutamente tudo junto. Foi um pacote inteiro. Não foi só um elemento. Então, óbvio que a partir daí, você pode absolutamente enganar as pessoas, porque eles, perdendo o contato com toda a história da igreja, praticamente, o contato oriental com aquilo que de melhor a igreja encontrou para se aprofundar no significado do Evangelho, você ficou só acompanhado de pessoas. E aí você vai dizer, mas isso não é suficiente? Deveria ser suficiente se a gente entendesse o significado da Sagrada Escritura desde o início. Se a gente tivesse um nível para poder entender a Sagrada Escritura em toda sua profundidade desde o começo. Só que o problema é que deixaram a Sagrada Escritura, mas ao mesmo tempo ao mesmo tempo trouxeram uma série de autores modernos que estão completamente desconectados com a tradição dos santos padres, dos santos octomais, dos santos agostinos, dos santos padres, que eles estão interpretando a Sagrada Escritura científicamente. Então, antes que um indivíduo, antes que um convivente possa perceber o verdadeiro conteúdo da Sagrada Escritura, se ele começar a se interessar por teologia, ele vai cair na mão de exegetos modernos que eles interpretam a Sagrada Escritura sem se interessar pelo conteúdo. Não se interessa a Sagrada Escritura apenas do ponto de vista arqueológico. E isso causa uma confusão tremenda nas pessoas, que antes que as pessoas interessadas consigam compreender por si mesmos, eles teriam que repetir o trabalho que os santos padres fizeram, o trabalho que os santos agostinos fizeram, o trabalho que os santos octomais fizeram, e teriam que repetir tudo isso na sua vida particular. Quando tudo isso já estava pronto, o que pior é que eles não deixam também fazer esse trabalho sozinhos. Você já conta com uma venda enorme de exegetos modernos, então vão fazer esse desenrolar do texto. Então, quer dizer, essa essa ignorância, essa ignoração, esse descarto do prefeito do Conselho Basqueiro II, que mandou colocar a doutrina de São Tomás num posto de maior excelência do que já estava antes do Conselho Basqueiro II, esse descarto não foi por acaso. Quem fez a propaganda de que devia ser abandonado isso, sabia o estrago que isso ia causar. Não, aconteceu depois. O Conselho Basqueiro II pediu que São Tomás de Aquino fosse o mestre de todos aqueles vistos na Biologia. Assim que acabou o Conselho Basqueiro II, todo mundo começou a falar que São Tomás de Aquino já era, que estava ultrapassado e que o Conselho Basqueiro II tinha abolido São Tomás. E era isso. E como é que aconteceu isso no mundo inteiro, ao mesmo tempo, em todo lugar, eu não faço a minha ideia. Qual foi o cérebro que fez isso? Qual foi o cérebro que fez isso? Eu não sei se é que houve um e não sei como é que isso aconteceu. Mas, as pessoas caíram na armadilha e se desconectaram foi exatamente como se a gente desligasse o aparelho da tomada. Aí o aparelho não funciona e começa a dar problemas. E em vez de perceber que o aparelho está na tomada, cada um começa a tentar de consertar o aparelho do jeito que dá. O manual do aparelho está lá do lado, com a segreda escritura, mas como não dá tempo de entender completamente o que está lá, já vem todas as tentativas novas. Quando você estava, era só ligar de novo o aparelho na tomada e entender o que está escrito no manual e botar o aparelho para consertar, porque inclusive é um aparelho que não está pronto, é um aparelho que está sendo construído. É o que diz a parábola do semeador. Aliás, é a parábola do Junho, que o governo veio plantar o trigo, o trigo vai crescendo e ele só vai terminando de crescer no fim dos tempos. Nós não estamos no fim dos tempos, ainda pelo jeito que falta bastante. Então quer dizer que o aparelho que estava ligado na tomada, ele ia se desenvolver mais ainda. Bom, agora... Nem o magistério percebeu isso, tirar as informações para a nova? Teve... Teve algumas tentativas do magistério de falar sobre isso, mas... isso é uma outra história, que é mais complicada. Se a gente for falar disso agora, nós vamos sair do assunto. Mas o catecismo... Sim, o catecismo... ... ... ... ... ... ... ... ... Não sei se no catecismo da Igreja Católica fala isso. No Direito Canônico fala e o Conselho Nacional de Estado Segundo fala. E o Direito Canônico fala o novo, o do João Paulo II, de 1963. Ele repete o que está escrito ali. E existem vários textos do Paulo VI e... ... ... ... ... Esse problema de agora, e como resolvê-lo, é uma outra questão que nós não vamos abordar agora. Eu só estou pensando mostrar primeiro a situação. E, antes da gente falar do assunto que devia ser a aula de hoje pelo Carlos Brando, mas que, como nós não decidimos, ainda tem que ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
There are no comments yet.
Be the first! Share your thoughts.
