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Listen to Aula5_Projetos_Software_Modelos by Marcelo B Santiago MP3 song. Aula5_Projetos_Software_Modelos song from Marcelo B Santiago is available on Audio.com. The duration of song is 28:10. This high-quality MP3 track has 244.54 kbps bitrate and was uploaded on 27 Mar 2024. Stream and download Aula5_Projetos_Software_Modelos by Marcelo B Santiago for free on Audio.com â your ultimate destination for MP3 music.










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In this information, the main ideas discussed are the concepts of software architecture, the importance of modularization, and the interdependence between modules. The lecture also covers different models of project design, such as data models and architectural models. The goal is to achieve high cohesion and low coupling between modules. Different architectural styles, such as data-centric architecture and object-oriented architecture, are also mentioned. The lecture emphasizes the need for balance between the number of modules and the cost of integration. Aula 5, Projeto de Software. Roteiro desta aula, contextualização, motivação, objetivos, conceitos de arquitetura de software, que dentro vocĂȘ tem abstração e refinamento, arquitetura e modularidade, independĂȘncia funcional e refabricação. Depois vamos falar de mĂłdulos de projeto, que Ă© composto de dados, arquitetura, interface e componente, e por fim referĂȘncias. A contextualização dentro do processo, vem o processo gerĂȘncia e depois vem o rapito. Rapito, requisito, anĂĄlise, projeto, implementação, teste e operação. Lembrando que o requisito, vocĂȘ pode usar entĂŁo os diagramas de fluxo, diagrama de entidade relacionamento, IDF zero, e na anĂĄlise vocĂȘ usa as classes, as sequĂȘncias, a abstração. No projeto, o mapa de componentes, o final da ERS detalhado, enfim, esses sĂŁo os detalhes. EntĂŁo nĂłs estamos na fase de projeto, que Ă© o projeto de software, que vocĂȘ tem lĂĄ a assinatura do contrato. Continuando a motivação, na anĂĄlise fazemos os modelos de anĂĄlise ou anĂĄlise de requisitos. No projeto, nĂłs fazemos o design do projeto, e todo o detalhamento de como o software deverĂĄ ser construĂdo, incluindo arquitetura, design e implementação, deve ser feito na fase de projeto, do ciclo de vida de desenvolvimento. O documento a ser entregue nesta etapa, pode seguir o modelo de especificação de requisitos de software, ou o ERS. Objetivos principais, finalizar a modelagem do software definindo um mapa de componentes, finalizar a especificação de requisitos de software, novamente, especificação de requisitos de software, Ă© o ERS. E por fim, o produto final desta fase, Ă© uma documentação que poderĂĄ ser entregue para uma fĂĄbrica de software ou programadores. Modelos de anĂĄlise versus projeto. O modelo de anĂĄlise, ele possui autoabstração, que sĂŁo os diagramas, casos de uso, o IDF0, o diagrama de fluxo, o DFB, o DR, que Ă© o diagrama de entidade relacionamento, depois vocĂȘ tem entĂŁo as atividades, as classes, sequĂȘncia e estado, etc. Os modelos de anĂĄlise sĂŁo detalhados e reagrupados em modelos de projeto, em dados e classes, arquitetural, de interface e de componentes, que seria o mapa de componentes. EntĂŁo, hĂĄ uma diferença aqui entre os modelos de anĂĄlise, que sĂŁo detalhados e reagrupados em modelos de projeto. O poteiro desta aula ainda, nĂłs estamos na fase de conceitos de arquitetura de software. Conceitos de projeto. Arquitetura de software Ă© a estrutura hierĂĄrquica dos componentes, ou seja, como construir bem esses mĂłdulos que se interrelacionam. EntĂŁo, o conceito de projeto, vocĂȘ tem a arquitetura de software e vocĂȘ tem a modularidade. A modularidade. O software Ă© dividido em componentes e integrados para formar o sistema. Ă inviĂĄvel colocar todos os cĂłdigos em um Ășnico documento. EntĂŁo, se faz a modularização, quebrando esses cĂłdigos em vĂĄrios componentes. Ou seja, a arquitetura possui modularidade. Conceitos de projeto. NĂłs temos trĂȘs, que Ă© a abstração, refinamento e refabricação. A abstração pode ser de alto nĂvel ou baixo nĂvel, alĂ©m de procedural ou de dados. Quando vocĂȘ fala procedural, pode fazer abstraçÔes na parte comportamental. E quando vocĂȘ fala de dados, pode fazer abstração na parte estrutural. O que Ă© refinamento? Refinamento Ă© o inverso da abstração. E a refabricação? Os modelos de projeto ou cĂłdigos sĂŁo refeitos, sem mudar o seu funcionamento, mas melhora a estrutura interna e a manutenção. Agora, vamos falar de custo de modularidade versus integração. Se o custo de resolver dois problemas juntos for maior do que resolvĂȘ-los separadamente, implica em modularizar o cĂłdigo ao mĂĄximo. Ou seja, dividir para conquistar. Quanto mais mĂłdulos melhor. PorĂ©m, existe um custo de integração. Assim, existe uma regiĂŁo de custo mĂnimo para um nĂșmero de mĂłdulos de um software. Aqui nĂłs vemos um plano cartesiano em que o eixo x Ă© o nĂșmero de mĂłdulos e o eixo y Ă© a custo. EntĂŁo, ou seja, quando vocĂȘ fala em integração, quanto mais mĂłdulos, a integração dos mĂłdulos, vocĂȘ tem um grĂĄfico que Ă© uma exponencial. Ela começa lĂĄ no zero, na origem, e ele vai subindo exponencialmente Ă medida em que vai avançando para a direita o nĂșmero de mĂłdulos. De forma que vocĂȘ tem um ponto mais alto da exponencial que Ă© a integração. Ou seja, o custo Ă© baixo lĂĄ na origem e ele Ă© alto Ă medida que vocĂȘ vai crescendo o eixo y. JĂĄ a modularidade Ă© o contrĂĄrio. Essa exponencial tem a sua modularidade alta lĂĄ no custo alto. Ou seja, quanto mais mĂłdulos, mais alto lĂĄ Ă©. E o custo dela vem baixando na medida em que o eixo x vai crescendo. Ou seja, ela vai diminuindo aquela exponencial. Ou seja, vocĂȘ tem uma regiĂŁo, entĂŁo, que Ă© o cruzamento dessas duas exponenciais, como se fosse uma taça. Ali no meio, vocĂȘ tem uma regiĂŁo de custo mĂnimo, que depende de como vocĂȘ estĂĄ modulando o sistema. Ok? Ă isso. Quanto maior o nĂșmero de mĂłdulos, maior a integração. E quanto menor o nĂșmero de mĂłdulos, vocĂȘ tem, entĂŁo... AliĂĄs, desculpe. Quanto maior o nĂșmero de mĂłdulos, maior a integração. E quando vocĂȘ tem um menor nĂșmero de mĂłdulos, vocĂȘ tem um maior custo. Curioso isso, nĂ©? Ou seja, o custo abaixa Ă medida que vocĂȘ tem menos mĂłdulos para serem entregues. E o custo aumenta Ă medida em que vocĂȘ tem maior quantidade de mĂłdulos para serem integrados. E vocĂȘ tambĂ©m, da mesma forma, vocĂȘ tem um ponto de vista do custo. Ele vai caindo Ă medida que o nĂșmero de mĂłdulos ele abaixa, mas tem um ponto Ăłtimo, quando vocĂȘ une esses dois grĂĄficos. EntĂŁo, necessariamente, nĂŁo quer dizer que muitos mĂłdulos vocĂȘ tem um custo alto ou baixo. Depende desse custo mĂnimo, de regiĂŁo mĂnima de custo. InterdependĂȘncia funcional. Bom, a interdependĂȘncia funcional, ela tem trĂȘs pontos a serem falados. Primeiro Ă© a coesĂŁo, segundo Ă© o acoplamento e o terceiro Ă© independĂȘncia funcional. Quando se fala em coesĂŁo, um mĂłdulo Ă© coeso, se realiza uma Ășnica tarefa. Exemplo, se vocĂȘ estĂĄ fazendo um mĂłdulo de impressĂŁo de dados, nĂŁo faz sentido vocĂȘ colocar nesse mesmo mĂłdulo a leitura de dados. O ideal Ă© fazer um mĂłdulo para cada funcionalidade de impressĂŁo e de leitura. Acoplamento, Ă© uma medida de interconexĂŁo entre mĂłdulos. IndependĂȘncia funcional, Ă© conseguida atravĂ©s de alta coesĂŁo e baixo acoplamento. Novamente, Ă© bem importante isso. A coesĂŁo, um mĂłdulo Ă© coeso, se realiza uma Ășnica tarefa. O acoplamento, Ă© uma medida de interconexĂŁo entre os mĂłdulos. Agora, a independĂȘncia funcional, Ă© conseguida atravĂ©s de alta coesĂŁo e baixo acoplamento. O roteiro dessa aula, entĂŁo a gente estĂĄ falando de modelos de projeto, vamos falar de dados, arquitetura, interface e componente. Modelos de projeto de dados, ele define a estrutura de dados que serĂĄ utilizada no sistema. Como isso acontece? AtravĂ©s do diagrama de classes, classes de modelo ou classes de entidade, iniciada do modelo de anĂĄlise, fazer agora o detalhamento. VocĂȘ, entĂŁo, define o conteĂșdo de cada objeto de dado e busca a alta coesĂŁo. TambĂ©m, vocĂȘ define a visibilidade de objetos, de componentes e vocĂȘ busca um baixo acoplamento. E por fim, quando aplicado, detalhar tambĂ©m o modelo de entidade e relacionamento. Modelos de projetos arquiteturais, sĂŁo estilos arquiteturais, nĂłs temos entĂŁo cinco. Arquitetura centrada nos dados, arquitetura de fluxo de dados, arquitetura de camada e retorno, arquitetura orientada a objetos e arquitetura em camadas. Independente do estilo arquitetural escolhido, usar um ou vĂĄrias arquiteturas que se possuem, possuam independĂȘncia funcional. Novamente, quando se fala em independĂȘncia funcional, a gente estĂĄ falando em alta coesĂŁo e baixo acoplamento. Ok? Agora, a gente vai falar aqui no exemplo de estilo arquitetural de software centrado nos dados. EntĂŁo, vocĂȘ tem um desenho do sistema no centro e ele tem depois seis mĂłdulos que sĂŁo ligados a esse sistema central, que na verdade Ă© o banco de dados. Ou seja, vocĂȘ tem seis mĂłdulos ligados ao banco de dados. Cada mĂłdulo independente se conecta diretamente ao banco de dados. Esse Ă© o estilo arquitetural. Pode ser bom em uma situação, mas em outras nĂŁo. Exemplo, segurança. Cada mĂłdulo irĂĄ acessar o banco de dados e isso Ă© ruim para a segurança. Portanto, a solução seria criar um Ășnico mĂłdulo para fazer essa consulta ao banco de dados e se conectar aos demais mĂłdulos. Exemplo de estilo arquitetural de software de fluxo de dados. Nesse exemplo, nĂłs temos entĂŁo um mĂłdulo que se ramifica em dois. O primeiro ramificado se chama filtro, processo de dados, que se liga a um Ășnico mĂłdulo. O outro mĂłdulo que foi ramificado, ele seqĂŒencia para um prĂłximo mĂłdulo que se une ao mesmo mĂłdulo que o filtro de processo de dados se conectou. Ok? Bom, nĂłs temos o exemplo de estilo arquitetural de software de camada e retorno. Isso aqui parece um organograma, tendo o programa principal em cima e ele se ramifica em trĂȘs outros mĂłdulos, que seria entrada, processamento e saĂda. Cada um desses mĂłdulos, entrada, processamento e saĂda, se ramifica em outros dois mĂłdulos e, dentre os dois mĂłdulos ramificados, ele se ramifica em mais dois, nĂŁo todos, mas somente um, o terceiro nĂvel. O primeiro nĂvel Ă© o programa principal, depois tem o segundo nĂvel, que ele se ramificou em entrada, processo e saĂda, com trĂȘs mĂłdulos. O terceiro nĂvel seria entĂŁo dois mĂłdulos para cada um, dois para a entrada, dois para o processamento e dois para a saĂda, que foram ramificados. E, por fim, o quarto mĂłdulo, na verdade, Ă© um sĂł mĂłdulo do terceiro se ramifica em dois. E aqui Ă© possĂvel enxergar o IDES-0, que Ă© esse que Ă© o organograma, o estilo arquitetural de software de camada e retorno. EntĂŁo, esse camada e retorno, ele lembra um organograma. O estilo arquitetural de software orientado a objetos e mapa de componentes. EntĂŁo, a gente tem aqui dois mĂłdulos, vamos dizer assim, vocĂȘ tem um mĂłdulo conta e um mĂłdulo cliente. No mĂłdulo conta, vocĂȘ tem, entĂŁo, uma primeira caixinha dizendo conta, entidade conta, e vocĂȘ tem dois outros, depois, contas ramificadas, duas caixinhas filhas ramificadas, que seriam as contas filhas, que seria a conta corrente que Ă© ligado Ă conta e conta de investimento ligado Ă conta. EntĂŁo, todo esse mĂłdulo Ă© fechado, ok? Essa conta, que seria a entidade conta, ela Ă© ligada Ă entidade correntista, que Ă© em outro mĂłdulo. Essa entidade correntista, ela tem duas caixinhas ramificadas embaixo, que sĂŁo ligadas a ela por um acerto. Uma Ă© pessoa fĂsica e outra pessoa jurĂdica. EntĂŁo, tambĂ©m Ă© um mĂłdulo apartado. E esses dois mĂłdulos sĂŁo conectados pelas entidades mĂĄximas, que Ă© conta e correntista, ok? Importante que essa, quando a gente fala na conta, que sĂŁo ramificadas em conta corrente e conta investimento, na verdade, a seta Ă© ligada a ela e nĂŁo ela liga as duas caixinhas. E isso se chama herança, nĂ©? EntĂŁo, toda vez que se tem uma herança, vocĂȘ pode fazer um agrupamento nesse componente. Importante deixar claro aqui que esse modelo de mapa de componentes, que Ă© orientado a objetos, ele tem um baixo acoplamento, ou seja, baixa dependĂȘncia entre os mĂłdulos. E essa estrutura possui uma independĂȘncia funcional, ou seja, alta coesĂŁo, pois o mĂłdulo de conta sĂł trabalha com conta e o mĂłdulo de cliente sĂł trabalha com o cliente. Agora, vamos para o exemplo de estilo arquitetural e software em camadas. Esse estilo de modelo, ele tem trĂȘs camadas, nĂ©? Modelo em trĂȘs camadas. A primeira camada Ă© a view, que Ă© a camada de apresentação. A segunda camada Ă© a camada de negĂłcio, que Ă© a control. E a terceira camada Ă© a camada de dados, que Ă© o model. EntĂŁo, a gente tem o VCM, o modelo VCM, que Ă© o View, Control e Model, ok? Ou arquitetura MVC, na verdade. Arquitetura MVC, nĂŁo VCM. Seria o mais clĂĄssico que tem, nĂ©? EntĂŁo, essa classe de controle, ela vai instanciar uma interface grĂĄfica, que pode ser implementada numa classe de camada View e tambĂ©m pode instanciar em classes de modelo. EntĂŁo, Ă© bem simples. O professor aqui apresentou o controller. O controller Ă© ligado ao View por uma seta e ao Model por outra seta, ou seja, uma ramificação. E o View Ă© conectado ao Model, que tambĂ©m Ă© conectado ao View. O Model Ă© o View por sua vez. EntĂŁo, um diagrama simples, exemplificando aĂ a relação entre Model, View e Controller. E as linhas sĂłlidas indicam associação direta e as tracejadas, que Ă© do Model para o View, indicam uma associação indireta. Modelos de interface. EntĂŁo, ele define um mapa de navegação entre as interfaces grĂĄficas do sistema, dois, a interface entre os componentes de software e trĂȘs, a interface em um componente. EntĂŁo, ou seja, a interface de comunicação dentro de cada componente, essa interface em um componente. Modelos de projetos ao nĂvel de componente. Define as estruturas de dados, algoritmos, caracterĂsticas de interface e mecanismos de comunicação alocados a cada componente de software. Ă a Ășltima fase de documentação antes do cĂłdigo. Assim, toda a informação para o programador deve estar descrita. Aqui vocĂȘ pega cada componente e vai detalhar tudo. SĂł nĂŁo pode colocar o cĂłdigo na especificação, porque aĂ vocĂȘ estarĂĄ codificando, mas Ă© preciso descrever os algoritmos psicocĂłdigo, pseudocĂłdigos e fluxograma. Agora, a gente vai falar da especificação de componente de software, que Ă© o ERS. Especificação de software, o ES, e o R Ă© o requisito. EntĂŁo, a especificação de requisitos de software, ERS. PrĂĄtica recomendada, IEEE 830. A gente tem aqui um modelo simplificado para especificar um componente. O que tem que ter que conter essa especificação de componente de software? Que Ă© a especificação do requisito de software. Tem que ter o nome do componente, tem que ter a descrição, tem que ter as classes, se sĂŁo os atributos, os mĂ©todos, a assinatura, dentro dos mĂ©todos assinatura, algoritmo, e no algoritmo o fluxograma, e o diagrama de atividades, o pseudocĂłdigo, o OCL e etc. 4. Um modelo de entidade relacionamento tambĂ©m tem que fazer parte desse modelo. 5. Interface entre componentes. Para cada componente irĂĄ se detalhar tudo. 6. Interface grĂĄfica. 7. Especificação de teste, e um 8 ou etc. EntĂŁo, ou seja, se um programador estiver com esse documento em mĂŁos, nĂŁo terĂĄ nenhuma dĂșvida de como implementar este componente. EntĂŁo, a gente tem as referĂȘncias aqui a respeito desta aula. O professor, entĂŁo, ele entra aqui num case, um exercĂcio de trabalho em uma clĂnica mĂ©dica. 5. Com a chegada de um paciente, um provĂĄvel paciente dirige-se Ă enfermaria, que se identifica na portaria, se identifica lhe dizendo o seu nome, o nĂșmero de algum documento. 6. A enfermeira verifica se o paciente jĂĄ Ă© atendido por uma consulta em alguma data anterior. 7. Caso seja constatado que o paciente nunca foi atendido na clĂnica, ele fornece informaçÔes pessoais Ă enfermeira que efetua o seu cadastramento. EntĂŁo, apĂłs este passo, o paciente estĂĄ apto a marcar uma consulta, caso seja do seu interesse. EntĂŁo, a enfermeira precisa se organizar e identificar uma data e um horĂĄrio em que a consulta pode ser marcada. EntĂŁo, o paciente, entĂŁo, estĂĄ apto a entrar na sala do mĂ©dico, que previamente imune-se de informaçÔes do paciente pelo prontuĂĄrio. E agora, o paciente precisa esboçar ao mĂ©dico todos os sintomas, problemas e restriçÔes que o levaram Ă clĂnica. EntĂŁo, o mĂ©dico avalia essas informaçÔes de saĂșde do paciente e efetua um diagnĂłstico, que pode ser seguido por um pedido de exame, alĂ©m de um receituĂĄrio de medicamentos, alĂ©m da indicação de um retorno. EntĂŁo, ao sair da sala do mĂ©dico, o paciente precisa informar a enfermeira os dados de pagamento, que podem ser feitos em dinheiro ou por algum convĂȘnio. EntĂŁo, aqui a gente tem destacados as palavras paciente, enfermeira, consulta, cadastramento, mĂ©dico, prontuĂĄrio, clĂnica, diagnĂłstico, medicamentos, exame, pagamento, convĂȘnio. Por quĂȘ? Todas essas palavras serĂŁo utilizadas num diagrama de classes. EntĂŁo, vocĂȘ vai ter o diagrama convĂȘnio, prontuĂĄrio, que pode ser conectado ao paciente, enfim, e tem vĂĄrios outros diagramas. O diagrama diagnĂłstico, ou seja, o mĂłdulo, o consulta, exame, medicamento, pagamento, mĂ©dico e enfermaria. EntĂŁo, eles sĂŁo conectados um ao outro, obviamente, por grau de relacionamento, de afinidade entre um mĂłdulo e outro. E como separar esse diagrama em componentes? Aqui tem dez componentes, cada classe Ă© um componente e isso Ă© ruim, pois o custo de integração serĂĄ alto e nĂŁo possui uma independĂȘncia funcional. Para melhorar, pode-se, por exemplo, criar um componente pessoa, que aĂ vocĂȘ tem lĂĄ dentro o paciente, a enfermeira e mĂ©dico e por aĂ vai. Isso vai sendo feito um melhor modelo de diagramas de classes para se chegar num sistema melhor. EntĂŁo, aqui tem um primeiro modelo que o professor demonstra, que ele faz um mĂłdulo entre paciente, enfermeira e mĂ©dico e um outro mĂłdulo diagnĂłstico, exame, medicamento. No segundo modelo, ele faz entĂŁo o pessoa, que Ă© paciente, enfermeira e mĂ©dico, depois o outro componente, que Ă© o diagnĂłstico, medicamento e exame e, por fim, ele vai fazendo modelos, modelo 3, modelo 4, atĂ© chegar no modelo que ele entende que Ă© o ideal, que Ă© o modelo 4. Aqui algumas informaçÔes adicionais. Ele tem aqui um mapa de componentes, regiĂŁo de custo mĂnimo, ele entra nesse detalhe novamente, falando de coesĂŁo e acoplamento. Aqui tem alguns modelos, vocĂȘ tem um modelo de grafos, que sĂŁo vĂĄrios modelos interligados entre o mĂłdulo e aĂ, para nĂŁo ter todo mundo se falando com todo mundo, ele passa, entĂŁo, um risco para que os mĂłdulos se conectem a esse risco. Ă uma camada, que ele chama, de comunicação reta por meio do desenho. E um outro, que Ă© aquele de banco de dados, que todos os mĂłdulos se conectam a ele no centro. EntĂŁo, ele faz tipo um cĂrculo em volta desse banco de dados, que ele tambĂ©m chama isso de uma camada de comunicação, onde todos os componentes, os mĂłdulos, entĂŁo, eles entram em contato com essa camada de comunicação, ao invĂ©s de todos se conectarem dentro do banco de dados e gerarem esse risco. E aĂ, ele fala depois do estereĂłtipo de classe de interface, estereĂłtipo de classe de controle e estereĂłtipo de classe de modelo. E aqui, ele tem um modelo de consulta de extrato, de conta corrente, na Ășltima camada, que Ă© a camada view, que Ă© onde o cliente vai fazer a consulta do extrato e o saque, aĂ ele consulta a segunda camada, essa camada view, que Ă© a camada de controle, onde vocĂȘ tem ali o cadastro da conta, o extrato e o cadastro do cliente e, por fim, a camada mais interna, que Ă© a camada model, o modelo, onde vocĂȘ tem a conta e a pessoa, a unida pessoa, onde vocĂȘ tem lĂĄ a conta, a conta corrente e poupança, que tem aquela herança e tambĂ©m a herança de pessoa, que Ă© a pessoa fĂsica e jurĂdica conectado. EntĂŁo, o exemplo que ele deu nas aulas dele. Na sequĂȘncia, o professor, ele mostra as anotaçÔes realizadas em sala de aula como diagrama de sequĂȘncias. Esse diagrama de sequĂȘncias Ă© uma sequĂȘncia de linhas de cĂłdigo, que se deve implementar para o saque, porque ele estĂĄ falando do mesmo processo do saque, da mesma forma que ele fez lĂĄ no view, no controle e no modelo. EntĂŁo, esse diagrama aqui, ele tem, por exemplo, PF, ele tem uma linha embaixo, que ele coloca ali, inserir cartĂŁo, Ă© como se fosse um fluxograma isso. Depois, validar cartĂŁo, depois consulta a pessoa fĂsica, aĂ depois vai para a linha de baixo, inserir senha, validar senha, consultar senha, aĂ na linha de baixo, sacar mil, validar saque e realizar saque. Ă isso que Ă© o diagrama de sequĂȘncias. Contextualização desta aula, entĂŁo. Agora a gente vai falar aqui, aliĂĄs, nĂłs falamos, nĂ©, de projeto mapa de componentes final da IRS, que Ă© a especificação dos requisitos de sistema detalhado, e aqui se especificou tudo para a implementação. Ok? EntĂŁo, com isso, nĂłs finalizamos a aula 5.
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