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Listen to Aula1_Eng_Sist_Software_Tipos_Modelagem by Marcelo B Santiago MP3 song. Aula1_Eng_Sist_Software_Tipos_Modelagem song from Marcelo B Santiago is available on Audio.com. The duration of song is 31:43. This high-quality MP3 track has 254.463 kbps bitrate and was uploaded on 20 Mar 2024. Stream and download Aula1_Eng_Sist_Software_Tipos_Modelagem by Marcelo B Santiago for free on Audio.com – your ultimate destination for MP3 music.










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This is a transcription of a lecture on Systems Engineering. It covers topics such as requirements, analysis, design, testing, and quality. The lecture emphasizes the importance of good software engineering practices and teamwork. The objectives of the course are to teach students how to build efficient and high-quality software products. The lecture also discusses the different components of a computerized information system and the differences between systems engineering and software engineering. It concludes with an overview of functional modeling and the IDEF zero model. Aula 1, Projeto de Sistemas. Apresentação e visĂŁo geral, os tĂłpicos a serem abordados Ă© a apresentação do curso e visĂŁo, processo e gestĂŁo requisitos, análise, projeto, teste, qualidade. Perceba aqui, requisitos, análise, projeto, teste e qualidade. Aqui Ă© o rapito, o rapito que o professor falou. EntĂŁo vamos lá. Projeto de sistema, emenda, processo e seu gerenciamento, análise de requisitos de software e de sistemas, o projeto de implementação de software, modelagem orientada a objetos e UML e estudos de caso. EntĂŁo a motivação, como desenvolver um sistema de software correto, eficiente, barato e com fácil manutenção e alteração. AlguĂ©m organizado que sabe trabalhar em equipe pode ser um Ăłtimo projetista de sistemas, tambĂ©m chamado neste curso de engenheiro de software. Um software desenvolvido por uma equipe sem nenhuma boa prática em engenharia de software, ele irá funcionar, mas de difĂcil manutenção. Já o desenvolvimento por uma equipe com as melhores práticas, conceitos de engenharia de software, com vários modelos, boa especificação, terá uma manutenção melhor. Objetivos do curso, entĂŁo, Ă© propiciar ao aluno mecanismos para a construção de produtos de software, eficientemente, que atendem aos padrões de qualidade, confiabilidade e economia de recursos. Vamos lá entĂŁo. Modelos de projetos. O projeto de sistemas trata especificamente de como vocĂŞ organiza o cĂłdigo. Se vocĂŞ faz uma documentação muito bem feita, nessa fase de projeto, pega essa documentação e terceiriza para uma fábrica de software. Isso Ă© possĂvel, mas a especificação terá que ser muito bem feita. A cada novo processo, vocĂŞ faz um novo levantamento de requisitos de software. Existe um waterfall, cascata, que passa por uma Ăşnica vez nessas fases do rápido. Mas, nesse processo, dificilmente Ă© aplicado com um bom ĂŞxito. Em alguns casos especĂficos, o waterfall, cascata, Ă© bem utilizado, mas na maioria dos casos nĂŁo. Rapito Ă© o ciclo de vida de desenvolvimento do software, sendo que o R do rapito Ă© requisitos, o A Ă© análise, o P Ă© projeto, o I Ă© implementação, o T Ă© o teste e o O Ă© operação e implantação. Ok? Vamos entĂŁo continuando. Vamos lá. Modelos funcionais. O IDF zero, diagrama de casos de uso e diagrama de fluxos de dados. EntĂŁo, ainda sobre o modelo, os modelos funcionais, nĂ©? O foco desse curso Ă© o levantamento de modelagem. Aqui Ă© o levantamento de modelagem para o levantamento de requisitos, que chamamos de modelagem de análise. Quando tiver muitos termos tĂ©cnicos, que o seu cliente nĂŁo consegue entender, aĂ passa a ser chamado de modelo de projeto. Contextualização. EntĂŁo, novamente, o rapito Ă© requisito, o R, A de análise, P de projeto, I de implementação, T de teste e O de operação. Rapito. Um sistema para fazer um bolo. Entradas, farinha, açúcar, ovos, manteiga, tempo, gás, receita do bolo, cozinheiro, saĂdas, um bolo. EntĂŁo, processamento, junte a farinha, os ovos, asse, 40 minutos, enfim. E realimentação, cozinheiro controla a temperatura do forno constantemente. Isso Ă© um sistema que tem entrada, processamento e saĂda. Sistema de informação. O que Ă©? O sistema de informação, ele estuda a computação como atividade meio. CiĂŞncia da computação, engenharia de computação, engenharia de software, estuda a computação como atividade sim. EntĂŁo, de novo, sistema de informação estuda a computação como atividade meio, enquanto ciĂŞncia da computação, engenharia da computação, engenharia de software, estuda a computação como atividade sim. Sistema de informação. É um conjunto de elementos ou componentes interrelacionados que coletam entrada, manipulam e armazenam o processamento e disseminam, que Ă© a saĂda, os dados e a informação e fornecem mecanismos de realimentação para atingir um objetivo. Pode ser manual, o exemplo no caso do bolo, e o exemplo antigo do correio, tudo manual. EntĂŁo, como Ă© que acontece isso? VocĂŞ tem a entrada dos dados, o processamento dos dados e a informação, que Ă© a saĂda, ou seja, e depois existe uma realimentação na entrada e o processo ele continua assim por diante. Componentes de um sistema de informação computadorizado. Bom, vamos lá, Ă© o hardware, software, pessoas, telecomunicação, BD, que Ă© o banco de dados e procedimentos. Esse sistema está no escopo de uma empresa, envolvendo vários processos organizacionais. No caso do software, sĂŁo programas que estĂŁo ligados a dados e interfaces e por dentro vocĂŞ tem a documentação dele. Os programas de dados e interfaces se relacionam. É possĂvel ter a documentação do software em dois nĂveis. 1. A documentação para o desenvolvimento do software e 2. A documentação para o uso do software, que seria o guia do usuário. Diferenças entre engenharia de sistemas versus ES. Vamos lá, sistemas de informação, engenharia de sistemas e análise de sistemas, sĂŁo termos correlatos. A diferença entre engenharia de sistemas versus ES, que Ă© a engenharia de software. Vamos lá, engenharia de sistemas, ele está no diagrama de Venn, na esquerda, e do outro lado do diagrama de Venn, está a engenharia de software. EntĂŁo, esses dois mundos se relacionam. Uma observação, problema existente no aprendizado de desenvolvimento de sistemas, software, Ă© que nĂŁo existe convergĂŞncia de palavras usadas pelos autores de livros didáticos. EntĂŁo Ă© isso, sĂŁo termos correlados. Sistemas de informação, engenharia de sistemas e análise de sistemas, sĂŁo termos correlados. Ainda sobre as diferenças de engenharia de sistemas versus engenharia de software, aqui a gente tem a fonte que Ă© o currĂculo de referĂŞncia da ACMCC e EEESS, o Computing Curricula CC 2020. EntĂŁo, vamos lá, vocĂŞ tem aqui, pĂłs 1990, o EE, que Ă© o Engenharia ElĂ©trica, CE, Engenharia de Computação, o CS, que Ă© o CiĂŞncia da Computação, o Science Computer, o SE, que Ă© o Engenharia de Software, Software Engineer, o IT, que Ă© o Technology Intelligence, ou Tecnologia da Informação, e o Sistema de Informação, que Ă© o IS, ok? EntĂŁo, vamos lá, o EE e o CE, que Ă© o Engenharia ElĂ©trica, Engenharia de Computação, Ă© o Hardware, o Software, ele já Ă© Engenharia de Computação, CiĂŞncia da Computação, Engenharia de Software, e o IT e o IS, que Ă© o Tecnologia da Informação, Sistema da Informação, sĂŁo as necessidades organizacionais, ok? E aĂ vocĂŞ tem a evolução para mais um novo modelo, nĂ©, que já complementa todas essas fases, nĂ©, juntando com a segurança tambĂ©m da informação, ok? É a atividade do domĂnio, nĂ©, habilitada para a computação, computação tecnolĂłgica, e as fundações para a computação, que envolve o hardware, o software, e as necessidades organizacionais, ok? A evolução do modelo CC 2020, esse gráfico que parece um caos, nĂ©, dentro, tudo ligado, nĂ©, com várias caixinhas do IT, SE, CS, CE, IS, DS e o CSEC, que Ă© a Segurança, representa a realidade de tudo relacionado Ă computação. Engenharia de Sistema Ă© o uso de tĂ©cnicas, processos e pessoas com várias especialidades para desenvolver sistemas e organizações com as atividades, com as seguintes atividades, definição de requisitos, que Ă© um, dois, projeto e modelagem, nĂ©, aqui o exemplo Ă© o DFD, que Ă© o Diagrama de Fluxo de Dados, ou o IDF, nĂ©, e os casos, o Diagrama de Caso de Uso, e o DER, que Ă© o Diagrama de Entidade e Relacionamento. Isso daqui tudo, nĂ©, ele Ă© usado na fase de projeto e modelagem. Tudo isso Ă© para levantar requisitos funcionais do sistema, Ă© importante ver isso na hora que vocĂŞ for ver aquele monte de diagrama lá. EntĂŁo vamos lá, continuando, trĂŞs, desenvolvimento de subsistemas, quatro, integração, cinco, instalação, seis, evolução e sete, desativação. Essas fases podem ser vários modelos prescritivos ou processos, metodologia de software, ok? Mas a essĂŞncia Ă©, entenda, planeje, execute e examine. EssĂŞncia de qualquer coisa, entender, planejar, executar e examinar. EntĂŁo, novamente, bem importante aqui, engenharia de sistema Ă© o uso de tĂ©cnicas, processos e pessoas com várias especialidades para desenvolver sistemas e organizações com as seguintes atividades, um, definição de requisitos, dois, projeto e modelagem, trĂŞs, desenvolvimento de subsistemas, quatro, integração, cinco, instalação, seis, evolução e sete, desativação. Como fazer a análise de sistemas? Um, criar um grupo de participantes que deve conduzir a análise de sistemas. Dois, coletar os dados e requisitos apropriados. TrĂŞs, analisar os requisitos e dados coletados. Quatro, elaborar um relatĂłrio sobre o sistema antigo, sobre os novos requisitos e sobre as propriedades de projeto. Isso Ă© como se faz, entĂŁo, análise de sistemas. Rapidamente, um, criar um grupo. Dois, coletar os dados e requisitos. TrĂŞs, analisar. Quatro, elaborar um relatĂłrio. Propriedades de um sistema. Propriedades, entĂŁo vamos lá, propriedades funcionais. Verifica se o sistema está funcionando corretamente, segundo seus requisitos. NĂŁo funcionais sĂŁo caracterĂsticas de confiabilidade, desempenho, segurança e etc. Observação, um sistema Ă© formado por componentes interligados. Os componentes isoladamente pode funcionar corretamente, porĂ©m, quando integrados isso pode nĂŁo ocorrer. Isso vale para qualquer caracterĂstica nĂŁo funcional. Apresentação de alguns modelos nĂŁo funcionais. Modelagem do sistema IDEF zero. IDEF zero. Lembre-se que tudo isso Ă© para levantamento de requisitos, que a gente já tinha comentado. EntĂŁo, o IDEF zero. VocĂŞ tem, entĂŁo, um meio, aqui vocĂŞ tem um gráfico, que ele tem no centro o nome da função, depois ele tem a entrada, que Ă© o input, e a saĂda, que Ă© o output. No meio, em cima, está o control, que sĂŁo as regras. Embaixo, o mecanismo, que sĂŁo os recursos. EntĂŁo, input, entrada de dados, output, saĂda de dados. Em cima estĂŁo as regras, embaixo os recursos. Ok? Em cima o control, embaixo o mecanismo, ou mecanismo, em inglĂŞs. O IDEF zero, Integration Definition for Function Modeling, Ă© uma modelagem hierárquica e funcional do sistema, tendo entradas, saĂdas, regras, controls e recursos, mecanismo. No nĂvel zero, existe apenas um processo. EntĂŁo, aqui Ă© outro exemplo, de como Ă© que funciona isso. Ele colocou um exemplo aqui, de um atendimento no plano de saĂşde, ok? Mas, nĂŁo vale a pena falar. Talvez, sĂł frisar, que cada processo pode ter outros sub-processos, atĂ© vocĂŞ detalhar, atĂ© o Ăşltimo nĂvel de todo o sistema. Outros modelos funcionais. Dois, diagrama de casos de uso. Ele Ă© formado por casos de uso, ele simboliza os cenários do sistema. EntĂŁo, ele tem atores, que nĂŁo faz parte do sistema ser criados, e relacionamentos. EntĂŁo, vocĂŞ tem o ator, que ele se relaciona com os casos de uso, ok? EntĂŁo, trata-se de um diagrama simples, o ator pode ser uma pessoa, ou outros sistemas que alimentam o seu sistema, e pode ter os relacionamentos tambĂ©m, tá? Esse diagrama Ă© composto de vários casos de uso, vários atores e vários relacionamentos. É comum confundir cada caso de uso, como um diagrama de casos de uso, e nĂŁo Ă©. Cada caso de uso Ă© um elemento do diagrama de casos de uso, ok? Continuando, vamos com estereĂłtipos em casos de uso. Include realização obrigatĂłria de outro caso de uso. Extenda. O fluxo pode ir para outro caso de uso. EntĂŁo, os casos de uso podem se relacionar com o uso de estereĂłtipos. EntĂŁo, a gente tem aqui o seguinte gráfico, tá? Ou o diagrama. O faz-pedido, entĂŁo, tem um comando chamado extend, que ele está entre o faz-pedido, nĂ©? A elipse do faz-pedido, atĂ© a elipse do consulta-cpf, e o faz-pedido, ele está ligado com uma seta atĂ© o gera-nota-fiscal, que tambĂ©m Ă© o gera-anf, nĂ©? Que tambĂ©m Ă© uma elipse. EntĂŁo, nĂłs temos trĂŞs elipses em que o faz-pedido, ele vai, ele tem uma seta atĂ© o gera-nota-fiscal, e o consulta-cpf tem uma seta que vai atĂ© o faz-pedido. EntĂŁo, faz-pedido, ele nĂŁo tem seta para o consulta-cpf. E o extend Ă© o estereĂłtipo. Include Ă© o estereĂłtipo, ok? EntĂŁo, isso daqui Ă© uma modelagem, nĂ©? De vocĂŞ ter esses trĂŞs elipses, assim. Cada elipse dessa Ă© como um conjunto de cĂłdigos que devem ser criados. Esses cĂłdigos elipses tĂŞm que ser bem especificados antes de começar a codificar. É como especificamos cada caso de uso elipse, atravĂ©s de um template. A parte mais trabalhosa Ă© detalhar o que faz cada caso de uso, ok? EntĂŁo, gente, modelagem Ă© vocĂŞ montar esses diagramas, nĂ©? EntĂŁo, novamente, quando a gente falou que o projeto de modelagem usa diagrama de fluxo de dados, diagrama de casos de uso, diagrama de entidade de relacionamento, nĂ©? Tudo isso Ă© para levantar requisito funcional. EntĂŁo, Ă© sĂł isso, entendeu? A modelagem, quando vocĂŞ fala, Ă© isso. Deixar o sistema bem, assim, especificado, nĂ©? Para que esse projeto possa ser encaminhado para a prĂłxima fase. Bom, vamos lá, entĂŁo. Diagramas de casos de uso. Ainda continuando com esse tema. Ele descreve a funcionalidade do sistema, descrição dos eventos necessários para conseguir o comportamento exigido de casos de uso e Ă© descrito em termos do quĂŞ? Linguagem do domĂnio, nĂ©? O sistema deve fazer e nĂŁo como, nĂ©? A implementação, nĂ©? Que o sistema deve fazer. EntĂŁo, sempre focado do quĂŞ, nĂ©? A linguagem. O sistema deve fazer e nĂŁo como, nĂ©? Ele deve fazer. Isso foi uma briga bem antiga que eu tive com uma menina da área de TI, lá do telebanco, em que ela falou que eu tinha que sĂł pedir o que eu queria, mas a forma de fazer ela nĂŁo tinha que falar para mim. Lembra disso? Foi. EntĂŁo, aqui, o que ela quis dizer foi o seguinte, vocĂŞ tem que se preocupar no que vocĂŞ quer, mas o como Ă© comigo, ok? Beleza. Bom, caracterĂsticas, gente, dos diagramas de casos de uso. Eles captam o comportamento desejado. Permite enxergar e documentar os requisitos. Estrutura simples. Pode ser usado em todas as fases do desenvolvimento do sistema. Um dos princĂpios, nĂ©? Do RUP, Ă© centrado nos casos de uso. Tudo gira em torno de casos de uso. Bom, vamos lá agora. Fluxo de eventos. Aqui, igual, documentação dos casos de uso, ok? É usado para descrever um caso de uso e nĂŁo descrever um diagrama de casos de uso. Ele Ă© usado para descrever um caso de uso e nĂŁo escrever o diagrama total com vários casos de uso. Ok? É aquela elipse. EntĂŁo, por exemplo, um modelo detalhado, nĂ©, vocĂŞ tem o fluxo de eventos de casos de uso para o nome do caso de uso, nĂ©, por exemplo, fazer pedido, que era o caso da elipse. AĂ vocĂŞ tem o X1, objetivo, X2, atores, X3, prĂ©-condições, X4, fluxo principal, X5, subfluxos, se aplicável, e o X6, fluxos alternativos, nĂ©, onde X Ă© o nĂşmero de casos de uso, ok? Para cada elipse, vocĂŞ faz uma documentação como essa. Fluxo de eventos, nĂ©, novamente, documentação dos casos de uso. Fluxo de evento de alto nĂvel. Faz um levantamento preliminar das necessidades do sistema, sem se aprofundar nos detalhes. EntĂŁo, alto nĂvel, nĂŁo se aprofunda. É usado para se ter uma visĂŁo geral de todos os requisitos do sistema. EntĂŁo, especificando, nĂ©, mantĂ©m clientes, por exemplo. Objetivo, manter os clientes da empresa onde tambĂ©m serĂŁo submetidos a análise de crĂ©dito. Os clientes devem fornecer informações como referĂŞncias pessoais e comerciais, dados profissionais e pessoais. O ator, analista de crĂ©dito. EntĂŁo, aqui, para descrever o escopo, vocĂŞ usa, entĂŁo, essa forma, nĂ©, de fazer o levantamento preliminar das necessidades, mas de forma de alto nĂvel. VocĂŞ nĂŁo entra em detalhes aqui no objetivo, ok? A sugestĂŁo Ă© juntar os fluxos de eventos de alto nĂvel e detalhado em um Ăşnico fluxo de eventos, tá? É isso. Fluxo de eventos, documentação ainda, nĂ©, dos casos de uso. EntĂŁo, a gente tem um exemplo aqui, tá? A gente tem o fluxo de eventos de caso de uso para seleção de cursos administrar. 1.1. PrĂ©-condições. O subfluxo, acrescentar uma oferta de curso do caso de uso, manutenção de informações de curso, precisa ser executado antes que esse caso de uso se inicie. Fluxo principal, 1.2. Esse caso de uso começa quando o professor registra no registro de cursos e entra com sua senha. 2. O sistema verifica se a senha Ă© válida, aĂ vocĂŞ coloca lá o cĂłdigo E1, que vai ter uma explicação, e pede ao professor para selecionar o semestre atual ou um semestre futuro, E2. Quem quer o E1? O E1 Ă© uma exceção e o E2 tambĂ©m Ă© outra exceção, ok? Vamos lá. 3. O professor entra com o semestre desejado. O sistema pede ao professor para selecionar a atividade desejada. Por exemplo, ABD, Delete, Review ou Add, Delete, Review, Print ou Quit. Se a atividade selecionada for Add, será realizado o subfluxo S1, acrescentar uma oferta de curso. Se a atividade... 1.3. Subfluxos. Acrescentar uma oferta de curso. O sistema exibe a tela do curso contendo um campo para nome e nĂşmero de curso. O professor entra com o nome e nĂşmero de curso, E3, que Ă© outra exceção. O sistema exibe as ofertas de curso para o curso fornecido, E4, outra exceção. O professor seleciona uma oferta de curso. O professor vincula o professor Ă oferta de curso selecionado. AĂ vem o E5, tambĂ©m tem caso de exceção. O caso de uso começa de novo. EntĂŁo, aĂ vocĂŞ tem no S2, ainda no subfluxo, apaga uma oferta de curso, revise uma agenda, imprime uma agenda, ok? Tudo isso o sistema tem que fazer. E os fluxos alternativos, que seria o 4 agora. Um nĂşmero de ID inválido e o professor Ă© fornecido. EntĂŁo, o usuário reentra com o nĂşmero do ID do professor ou encerra o caso de uso. E2, que aqui seriam já esses fluxos alternativos, Ă© a explicação das exceções. EntĂŁo, E1, que Ă© a questĂŁo do ID, e o E2 Ă© fornecido um semestre inválido. EntĂŁo, o usuário pode reentrar com o semestre ou encerrar o caso de uso. EntĂŁo, isso daqui Ă© um exemplo de um fluxo de eventos, documentação dos casos de uso. Outros modelos funcionais. A gente tem um diagrama de fluxo de dados. É formado por processos, que simboliza os cenários do sistema, entidades que interagem com o sistema, banco de dados que armazena dados, que Ă© igual tabelas, e fluxo de dados, que sĂŁo dados fluindos pelo sistema. EntĂŁo, aqui a gente tem entidade externa, que sĂŁo os atores no caso de uso. E esse retângulo, entidade externa, está conectado atĂ© a elipse processo por meio de uma seta. E nessa seta tem um indicativo como fluxo de dados. E esse processo, apĂłs ser processado, ele entra no D1, que Ă© o depĂłsito de dados. VocĂŞ nĂŁo tem um banco de dados no diagrama caso de uso. O DFD, que Ă© o diagrama de fluxo de dados, sĂł modela os processos e banco de dados. Já o caso de uso, sĂł modela processos e atores. É importante isso. Diagrama de fluxo de dados ainda, o DFD, pode ser construĂdo de forma hierárquica, como o IDF-0, ou por cenário. Um cenário Ă© uma situação que ocorre no sistema. Como um aluno faz matrĂcula. Uma observação interessante Ă© que os diagramas mais detalhados no hierárquico acabam convergindo para os por cenário. EntĂŁo, aqui a gente tem um exemplo de um DFD, que os processos se relacionam, quebrem mais processos, mas sempre com aquele processo de entrada, saĂda, processo, eles podem explodir mais dois, mais trĂŞs, e aĂ vai. AtĂ© a parte mais detalhada, que Ă© o Ăşltimo nĂvel. No Ăşltimo nĂvel, pode ter a especificação de um caso. Modelos de dados ainda, falando nele. Agora a gente está falando do diagrama de entidade relacionamento, que tambĂ©m Ă© um modelo de dados, Ă© um tipo de modelo de dados. Aqui ele Ă© mais complexo, tem muitas coisas nele. Tem elipses, que sĂŁo conectados, interlacionados. Tem aqui losangos, retângulos, todos conectados, interlacionados. Interessante. E aĂ a gente tem tambĂ©m... Agora a gente vai falar sobre classificações de sistemas de informação. EntĂŁo, a gente tem aqui os sistemas de processamento de transações, que Ă© o SPT. A gente tem os sistemas de informações gerenciais, que Ă© o SIG. Sistemas de suporte Ă decisĂŁo, que Ă© o SSD. Sistemas especialistas e de inteligĂŞncia artificial. E uma observação aqui. Existem outras classificações de software do sistema, de aplicação cientĂfica e de engenharia, embutido. Embutido, aplicações web, legado etc. EntĂŁo vamos lá. O SPT dos sistemas que ele falou, ele baixa a complexidade, manipula muitos dados. Um algoritmo simples, tipo aquele sistema que a gente usava na CAP. Ele entra muita informação e vai indo. O SIG nĂŁo. Ele terá todas as informações do SPT, mais informações de cada loja, por exemplo. EntĂŁo ele gera informação gerencial, certo? O SSD, que sĂŁo sistemas com algoritmos bem complexos, que eles preveem local de instalação, de nova filial, etc. É um sistema um pouco mais elaborado, ok? Bom, motivação sobre software. O que Ă© software? É uma sequĂŞncia de bits que o cliente compra para automatizar algum processo na sua empresa. Assim, software Ă© quase ilimitado. A capacidade do HD Ă© grande, porĂ©m tempo e dinheiro sĂŁo escassos. O ES, que seria o Engenharia de Software, Ă© uma forma organizada de produzir esta sequĂŞncia de bits, satisfazendo as necessidades do cliente. Gente, sĂł lembrando que toda vez que vocĂŞ tem uma escassez de tempo e recurso financeiro, isso acaba inviabilizando o sistema de qualidade. Software de computador, organizado. Como fazer com qualidade? Baixo custo, a curto prazo, etc. Engenharia de Software Ă© a área da ciĂŞncia que estuda processos, mĂ©todos, tĂ©cnicas e ferramentas para pessoas que constroem software com qualidade, correto, eficiente, fácil manutenção, etc. Formas de construção, entĂŁo, dos softwares. Softwares genĂ©ricos, editores, o SGBC, o CASE, etc. Software sob encomenda, desenvolvido especificamente para um cliente. Esta classificação nĂŁo Ă© rĂgida, como o ERP, Enterprise Resource Planning, ou Sistema Integrado de GestĂŁo Empresarial, que Ă© customizado para empresas. Ideal em ambos os casos, software formado por componentes reutilizáveis. Bom, agora a gente tem um gráfico, um gráfico que fala realmente do rapido. Na verdade, no eixo x ele tem o tempo, que Ă© a definição, manutenção, tempo, pela taxa de falhas. EntĂŁo, ele Ă© um gráfico exponencial, onde a parte superior está no eixo y, na taxa de falhas, e ele faz aquela curva, e vai descendo atĂ© o eixo x, na operação, porque ele demonstra a operação, e vai diminuindo, vai se encostando cada vez mais na manutenção. EntĂŁo, no inĂcio, o mundo real, muitos problemas, novos planejamentos, vocĂŞ tem essa curva aĂ. No mundo ideal, com taxa de falha. Quanto mais tempo, no começo sempre tem falha no sistema, no software. Taxa de falha. EntĂŁo, vocĂŞ implantou, atĂ© ele ficar redondinho, vai demorar um pouco. E aĂ vocĂŞ vai passando o tempo, vai passando o tempo, a operação vai funcionando, vai pedindo, abrindo aqueles... Lembra que a gente abria várias ocorrĂŞncias para a correção do sistema? EntĂŁo, isso vai corrigindo o sistema, atĂ© chegar no nĂvel ideal, que ele funcione corretamente. Bom, aqui o professor colocou um exercĂcio da clĂnica, de diagnĂłstico e tal, onde tem todos esses processos. E aĂ a gente vai falar isso, entĂŁo, no prĂłximo slide, ou na prĂłxima aula, final da aula.
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