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Listen to Silvio Santos e sua funcionaria by Lucas Santos MP3 song. Silvio Santos e sua funcionaria song from Lucas Santos is available on Audio.com. The duration of song is 40:17. This high-quality MP3 track has 192 kbps bitrate and was uploaded on 1 Jan 2026. Stream and download Silvio Santos e sua funcionaria by Lucas Santos for free on Audio.com – your ultimate destination for MP3 music.










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This transcription tells a touching story about Silvio Santos observing and following a cleaning lady named Dona Maria. Silvio discovers that she lives in extreme poverty with seven children, including a disabled boy and a girl with Down syndrome. Dona Maria's selfless dedication to her children despite their harsh living conditions deeply moves Silvio. He realizes her late stays at work provide her with light, hot water, and dignity. Silvio is profoundly impacted by witnessing Dona Maria's sacrifices and love for her children, prompting him to reflect on the struggles of unseen heroes like her. The story emphasizes compassion, dignity, and the true meaning of generosity. Silvio's experience inspires reflection on the silent battles fought by many like Dona Maria. Rwy'n gobeithio y byddwn yn gweithio'n fawr iawn, ond rwy'n gobeithio y byddwn yn gweithio'n fawr iawn, ond rwy'n gobeithio y byddwn yn gweithio'n fawr iawn, ond rwy'n gobeithio y byddwn yn gweithio'n fawr iawn, ond rwy'n gobeithio y byddwn yn gweithio'n fawr iawn, ond rwy'n gobeithio y byddwn yn gweithio'n fawr iawn, ond rwy'n gobeithio y byddwn yn gweithio'n fawr iawn, ond rwy'n gobeithio y byddwn yn gweithio'n fawr iawn, ond rwy'n gobeith Silvio Santos sylwi'r gweithwyr i'w casglu. Yr hyn rydw i wedi'i weld, mae'n gwneud hi'n fawr iawn. Rydw i wedi'i weld, mae'n gwneud hi'n fawr iawn. Yr hyn rydw i wedi'i weld, mae'n gwneud hi'n fawr iawn. E aquela mulher? Era dona Maria, que trabalhava na limpeza do estúdio havia apenas três meses. O que Silvio estava prestes a descobrir mudaria não apenas a vida daquela mulher, mas também tocaria o coração de milhões de brasileiros. Esta é uma história real sobre compaixão, dignidade e o verdadeiro significado da generosidade. Fique até o final, porque o que aconteceu naquele dia nos ensina lições que vão muito além do dinheiro. E se você acredita que ainda existem pessoas boas neste mundo, deixe seu comentário agora dizendo, eu acredito em bondade. Vamos criar a maior corrente de positividade que este canal já viu. Silvio Santos não era apenas um apresentador, ele era um observador nato. Desde criança, quando vendia capas de revista no Rio de Janeiro, aprendeu a ler as pessoas. A linguagem corporal, os olhos cansados, as mãos calejadas, cada detalhe contava uma história. Naquela semana, algo chamou sua atenção. Dona Maria sempre chegava ao trabalho às cinco da manhã, uma hora antes do horário. Ela limpava os corredores com um cuidado especial, como se cada canto daquele estúdio fosse sua própria casa. Mas não era isso que intrigava Silvio. Era o horário de saída. Enquanto outros funcionários deixavam o SBT às seis da tarde, Dona Maria só ia embora às oito, às vezes até mais tarde, sempre carregando sacolas que pareciam pesar mais que ela própria. Silvio notou que ela nunca aceitava carona, mesmo nos dias de chuva torrencial. Sempre o mesmo trajeto, a pé até o ponto de ônibus na marginal. Por que ela se recusa a aceitar ajuda? Silvio se perguntava. Na quinta-feira daquela semana, Silvio estava em seu escritório quando ouviu uma conversa no corredor. Era Dona Maria falando ao telefone, e sua voz tremia. Filha, eu já estou saindo. Consegui pegar uns pães que iam jogar fora na padaria aqui perto. Sim, vai dar pra todo mundo. Beija as crianças por mim. Diz pro Pedrinho que a mãe tá chegando. A ligação terminou abruptamente. Silvio percebeu que ela estava chorando. Foi nesse momento que ele decidiu. Precisava entender o que estava acontecendo. Não por curiosidade vazia, mas porque seu coração de pai, de avô, de ser humano, dizia que havia algo muito errado ali. Na sexta-feira, Silvio pediu ao seu motorista que o deixasse na frente do SBT no final da tarde. Entrou em seu carro pessoal um veículo simples que costumava usar quando não queria ser reconhecido, e esperou. Às 8h15 da noite, Dona Maria saiu pela porta dos funcionários. As sacolas pareciam ainda mais pesadas que nos outros dias. Ela olhou para o céu escuro, suspirou fundo e começou a caminhar. Silvio a seguiu a uma distância segura. O que ele não sabia era que aquela decisão o levaria a uma das experiências mais tocantes de sua vida. Uma jornada que começava nas ruas iluminadas da Zona Sul de São Paulo, e terminaria em um lugar que mudaria sua perspectiva sobre tudo. Momento de interação. Antes de continuar, me conta nos comentários. Você já ajudou alguém em segredo? Sem esperar reconhecimento? A história de hoje vai te mostrar que os gestos mais bonitos são aqueles que ninguém vê. Deixa seu comentário e vamos espalhar essa mensagem. Dona Maria caminhou até o ponto de ônibus. Silvio estacionou a uma quadra de distância e observou. A chuva começava a cair fina, mas persistente. Ela tirou um pedaço de plástico da sacola e cobriu a cabeça. Quinze minutos depois, o ônibus chegou. Estava lotado. Silvio viu quando ela tentou entrar pela porta de trás, mas o cobrador fez um sinal negativo. Não havia mais espaço. Ela esperou o próximo. Mais vinte minutos na chuva. Quando finalmente conseguiu entrar em um ônibus, Silvio a seguiu com o carro. O trajeto era longo. Muito longo. O ônibus cortou a cidade de sul a norte, passando por bairros cada vez mais afastados, cada vez mais simples. Silvio conhecia São Paulo como poucos. Tinha construído seu império ali. Mas naquela noite estava vendo uma São Paulo diferente. A São Paulo de quem acorda antes do sol nascer e volta para casa quando a lua já está alta. A São Paulo de quem luta todo dia apenas para sobreviver. Após quase uma hora e meia de viagem, Dona Maria desceu em um ponto na zona leste. Silvio estacionou e continuou a pé, mantendo distância. O bairro era humilde, mas não era ali que ela morava. Ela continuou andando. As ruas ficavam cada vez mais estreitas. As casas davam lugar a barracos. A luz dos postes era escassa. Silvio sentiu um aperto no peito. Não era medo pela sua segurança. Era a compreensão dolorosa de que Dona Maria fazia aquele trajeto todos os dias. Sozinha. Carregando aquelas sacolas pesadas, no escuro. Depois de mais quinze minutos de caminhada, ela parou em frente a um barraco de madeira e lona. Não era maior que uma garagem. As paredes eram feitas de tábuas velhas, remendadas com pedaços de zinco e plástico. Não havia janelas de verdade, apenas aberturas cobertas com panos. Silvio se escondeu atrás de uma árvore próxima. Seu coração batia forte. Não pela caminhada, mas pela antecipação do que estava prestes a descobrir. Quando Dona Maria abriu a porta, uma luz fraca iluminou o interior. Não havia nada. Não havia nada. Não havia nada. Não havia nada. Não havia nada. Então Silvio ouviu. Vozes de crianças. Mãe! Mãe chegou! O que aconteceu a seguir fez os olhos de Silvio Santos, o homem que sempre tinha um sorriso no rosto, que enfrentou ditaduras e crises com coragem, se encherem de lágrimas pela primeira vez em muitos anos. De onde estava, Silvio conseguia ver através da porta entreaberta. O que ele viu era uma cena que ficaria gravada em sua memória para sempre. Sete crianças correram para abraçar Dona Maria. Sete. De idades que pareciam variar entre três e quatorze anos. Todas magrinhas, com roupas remendadas, mas com sorrisos enormes ao ver a mãe chegar. Trouxe pão, meus amores. Hoje a gente vai comer bem, disse ela com uma alegria na voz que contrastava com o cansaço visível em seu rosto. Silvio notou algo mais. Duas das crianças eram diferentes. Um menino de uns oito anos estava em uma cadeira de rodas improvisada, feita com o que parecia ser um carrinho de feira adaptado. A menina pequena, de uns cinco anos, tinha claramente síndrome de Down. O barraco tinha apenas um cômodo. Silvio podia ver tudo dali. Um fogão de duas bocas movido a gás, uma geladeira velha que mal funcionava, um colchão no chão onde aparentemente todas as crianças dormiam juntas, e alguns cobertores finos empilhados em um canto. Não havia banheiro dentro. Silvio viu uma estrutura improvisada do lado de fora. Dona Maria começou a preparar o jantar. Cortou o pão em pedaços pequenos, fez um café ralo para acompanhar. Isso. Pão com café. Algumas crianças pareciam satisfeitas. Outras olhavam para a comida com aquela expressão que toda mãe reconhece. Ainda estavam com fome, mas não iam reclamar. — Mãe, amanhã é sábado. Vai ter carne? — perguntou um dos meninos mais velhos. — Vai sim, meu filho. A mãe conseguiu fazer hora extra essa semana. Amanhã a gente comemora. A menina com síndrome de Down se aproximou de Dona Maria e abraçou sua perna. — Eu te amo, mãe. Eu também te amo, minha princesa. Mais que tudo nesse mundo. Foi nesse momento que Silvio Santos, escondido atrás daquela árvore, desabou em choro. Silenciosamente, para não ser descoberto, mas com lágrimas que corriam sem parar pelo seu rosto. Ele tinha visto pobreza antes, tinha crescido pobre, tinha ajudado muita gente ao longo da vida. Mas algo naquela cena o tocou de uma forma diferente. Talvez fosse a dignidade daquela mãe. Talvez fosse o amor incondicional daquelas crianças. Talvez fosse a injustiça de que, enquanto ele tinha tanto, aquela família não tinha nem o básico. Ou talvez fosse tudo isso junto. Silvio ficou ali por mais de uma hora, observando. Viu quando Dona Maria deu banho nas crianças uma por uma, com água fria em uma bacia. Viu quando ela ajudou o menino da cadeira de rodas a se preparar para dormir com uma paciência infinita. Viu quando ela cantou uma música de ninar para a menina pequena, que tinha dificuldade para dormir. E viu quando, depois que todas as crianças finalmente adormeceram no colchão compartilhado, Dona Maria se sentou no chão, encostou a cabeça na parede e chorou em silêncio. Foi então que Silvio entendeu porque ela sempre ficava até tarde no SBT. Não era só para fazer hora extra. Era porque naquele lugar ela tinha luz, tinha água quente, tinha dignidade. Aqueles minutos extras no trabalho eram um respiro de uma vida de luta constante. Silvio voltou para o carro. Suas mãos tremiam ao segurar o volante. Ele não dirigiu imediatamente. Ficou ali, na escuridão, processando tudo que tinha visto. Naquela noite, Silvio Santos não dormiu. Não porque estava planejando um programa novo ou fechando um negócio, mas porque não conseguia tirar da cabeça o sorriso daquelas crianças ao comer pão com café como se fosse um banquete. Pause um momento e pense. Quantas Donas Marias existem por aí? Quantas mães e pais lutando em silêncio, sem pedir ajuda, sem reclamar, apenas fazendo o melhor que podem pelos seus filhos? Se essa história está tocando o seu coração, deixe um comentário dizendo Eu vejo você, Dona Maria. Vamos homenagear todos os guerreiros anônimos deste país. No sábado de manhã, Silvio ligou para sua assistente pessoal, Marta, que trabalhava com ele há mais de 20 anos. Marta, preciso de algumas informações. Discretamente, ele pediu que ela investigasse a situação completa de Dona Maria, não de forma invasiva, mas com cuidado e respeito. Queria entender toda a história antes de agir. O relatório chegou no domingo, e era ainda mais comovente do que Silvio imaginava. Dona Maria tinha 42 anos, mas parecia ter 60. Viúva há 5 anos, desde que o marido morreu em um acidente de trabalho na construção civil. Das 7 crianças, 4 eram seus filhos biológicos. As outras 3 eram sobrinhas que ela acolheu quando a irmã faleceu de câncer 2 anos antes. Pedro, o menino de 8 anos na cadeira de rodas, tinha paralisia cerebral desde o nascimento. Ana, a menina com síndrome de Down, era a filha mais nova de sua irmã falecida. Ela era a filha mais jovem. Nenhuma das duas crianças recebia acompanhamento médico adequado. Dona Maria trabalhava no SBT e fazia faxinas em outras duas casas nos finais de semana. Ganhava dois salários mínimos por mês. O aluguel do barraco consumia um terço desse valor. Alimentar 7 crianças consumia quase todo o resto. Não sobrava nada para luxos como roupas novas ou remédios que não fossem absolutamente essenciais. O menino mais velho de 14 anos tinha parado de estudar para ajudar a mãe. Isso partiu o coração de Silvio ainda mais. Mas havia algo mais no relatório que chamou a atenção de Silvio. Todos os vizinhos entrevistados falaram da bondade de Dona Maria. De como ela sempre dividia o pouco que tinha. De como, mesmo na miséria, nunca deixou de sorrir ou de agradecer a Deus pelo que tinha. — Ela é um anjo — disse uma vizinha. — Cuida das crianças como se cada uma fosse um tesouro. Nunca reclama. Nunca desiste. Silvio fechou o relatório e olhou pela janela de sua cobertura. Lá embaixo, São Paulo se estendia infinita. Milhões de pessoas. Milhões de histórias. E ali estava ele. Um homem que tinha tudo, descobrindo que o verdadeiro valor não estava nas coisas que possuía, mas na dignidade de pessoas como Dona Maria. Ele pegou o telefone e começou a fazer ligações. Primeira ligação. Para um médico amigo, especialista em paralisia cerebral. Segunda ligação. Para um advogado de confiança. Terceira ligação. Para um corretor de imóveis. Quarta ligação. Para o diretor de recursos humanos do SBT. Quinta ligação. Para uma escola particular que lhe ajudava a financiar. Uma a uma, as peças do plano começaram a se encaixar. Mas Silvio sabia que precisava fazer tudo com muito cuidado. Dona Maria era orgulhosa, trabalhadora, digna. Não aceitaria caridade. Ele precisava encontrar uma forma de ajudar sem ferir seu orgulho. Foi então que ele teve uma ideia. Uma ideia que não apenas mudaria a vida de Dona Maria, mas também serviria de exemplo para todo o Brasil. Na segunda-feira de manhã, Dona Maria chegou ao SBT no horário de sempre, 5 da manhã. Começou sua rotina de limpeza pelos corredores. Estava cansada como sempre, mas continuava com aquela dedicação que impressionava a todos. Às 8 da manhã, ela recebeu um recado. O Sr. Silvio Santos queria falar com ela. Seu coração disparou. Será que fiz algo errado? Será que vou ser demitida? Com as mãos tremendo, ela subiu até o escritório. Bateu na porta três vezes. Entre, Dona Maria. Ela entrou com a cabeça baixa, não conseguindo olhar nos olhos de Silvio. Senta aqui, por favor, disse ele apontando para uma cadeira confortável. Senhor, eu prefiro ficar em pé. Não quero sujar a cadeira. Maria, senta, por favor. Ela sentou na beirada da cadeira com as mãos no colo, esperando o pior. Maria, há quanto tempo você trabalha aqui? Três meses, senhor. E você gosta do trabalho? Gosto muito, senhor. Agradeço todos os dias a oportunidade. Silvio se levantou e foi até a janela. Ficou de costas para ela por um momento, escolhendo as palavras. Maria, eu preciso te fazer uma proposta. E quero que você escute até o final antes de responder, pode ser? Sim, senhor. Estou abrindo um novo departamento aqui no SBT. Um departamento de responsabilidade social. Vamos ajudar funcionários que passam por dificuldades. Vamos criar programas de educação para os filhos dos nossos colaboradores. Vamos fazer a diferença na vida das pessoas que trabalham aqui no SBT. Vamos fazer a diferença na vida das pessoas que trabalham aqui no SBT. Vamos ajudar funcionários que passam por dificuldades. Vamos criar programas de educação para os filhos dos nossos colaboradores. Vamos fazer a diferença na vida das pessoas que trabalham conosco. Dona Maria escutava, sem entender onde aquilo ia dar. Eu preciso de alguém para gerenciar esse departamento. Alguém que entenda de verdade o que é luta, o que é dificuldade, o que é amor incondicional pela família. Eu quero que você seja essa pessoa. Senhor, eu... eu não tenho estudo. Eu só sei limpar. Maria, olha pra mim. Ela ergueu os olhos pela primeira vez. Você cuida de sete crianças sozinha. Você trabalha três empregos. Você nunca desistiu. Você tem mais sabedoria sobre vida do que qualquer diploma pode ensinar. Você tem mais sabedoria sobre vida do que qualquer diploma pode ensinar. Você tem mais sabedoria sobre vida do que qualquer diploma pode ensinar. Eu não quero alguém com MBA. Eu quero alguém com coração. E você tem o maior coração que eu já vi. As lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Dona Maria. O salário vai ser seis vezes o que você ganha agora. Você vai ter plano de saúde completo para você e todas as crianças. Vamos providenciar tudo o que Pedro e Ana precisam. Médicos, fisioterapia, acompanhamento. Vamos colocar todas as crianças na escola com material completo e uniforme. Dona Maria não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Parecia um sonho. Mas tem uma condição. O coração dela gelou. Sabia que era bom demais para ser verdade. A condição é a seguinte. Você precisa aceitar morar em uma casa de verdade. Eu sei de um imóvel aqui perto. Três quartos, sala, cozinha, dois banheiros. Nada de luxo, mas confortável. O SBT vai cobrir o aluguel como parte dos benefícios do novo cargo. Dona Maria desabou em choro. Não um choro de tristeza, mas de libertação. De esperança. De gratidão. Por que o senhor está fazendo isso por mim? Silvio se aproximou e segurou suas mãos. As mãos calejadas de uma mulher que trabalhou a vida inteira sem reclamar. Por que, Maria? Eu também vim de baixo. Eu sei o que é luta. E aprendi que a vida só faz sentido quando a gente usa o que tem para ajudar quem precisa. Você não está recebendo caridade. Você está recebendo uma oportunidade. E eu sei que você vai fazer um trabalho brilhante. Naquele momento, algo extraordinário aconteceu. Silvio Santos, o homem que emocionou o Brasil por décadas, também chorou. Silvio Santos, o homem que emocionou o Brasil por décadas, também chorou. Ali, naquele escritório, dois seres humanos se encontraram não como patrão e empregada, mas como almas que entenderam o verdadeiro valor da vida. Eu aceito, senhor. Mas só se o senhor me prometer uma coisa. O que você quiser, Maria. Promete que não vai desistir nunca de ajudar as pessoas. O Brasil precisa de gente como o senhor. Foi a vez de Silvio sorrir através das lágrimas. Prometo. Mas o Brasil precisa é de gente como você, Maria. Gente que não desiste. Gente que ama sem condições. Gente que transforma a dor em força. Duas semanas depois, a mudança aconteceu. A casa não era uma mansão, mas para as crianças era um palácio. Cada uma tinha sua cama. Havia uma cozinha de verdade, um banheiro com água quente, uma sala onde podiam brincar. Pedro começou o tratamento com os melhores médicos. Fisioterapia todos os dias. Dentro de meses, ele já conseguia movimentar os braços melhor. Os médicos falavam em possibilidade de, com anos de tratamento, ele até conseguir dar alguns passos. Ana foi acompanhada por especialistas em Síndrome de Down. Entrou em uma escola especial, onde floresceu de uma forma que ninguém imaginava possível. Seu sorriso, que já era lindo, ficou ainda mais radiante. Ela estava muito feliz. Ela estava muito feliz. Ela estava muito feliz. Ela estava muito feliz. Seu sorriso, que já era lindo, ficou ainda mais radiante. As outras cinco crianças voltaram para a escola. O mais velho, que vendia água no sinal, descobriu que era brilhante em matemática. O professor disse que ele tinha potencial para ser engenheiro. Dona Maria se transformou em uma líder incrível do Departamento de Responsabilidade Social do SBT. Ela visitava funcionários, entendia suas dificuldades, criava soluções. Tudo que ela tinha aprendido na dor, virou sabedoria para ajudar outros. Dona Maria se transformou em uma líder incrível do Departamento de Responsabilidade Social do SBT. Ela visitava funcionários, entendia suas dificuldades, criava soluções. Tudo que ela tinha aprendido na dor, virou sabedoria para ajudar outros. Mas a história não termina aí. Silvio Santos fez questão de que essa história fosse contada. Não para se autopromover, mas para inspirar outros empresários a olhar para seus funcionários como seres humanos. Não apenas como números em uma folha de pagamento. A repercussão foi enorme. Dezenas de outras empresas criaram programas semelhantes. Milhares de famílias foram ajudadas. Tudo porque um homem decidiu seguir sua funcionária até em casa e fazer algo com o que descobriu. Cinco anos depois daquele dia chuvoso, Dona Maria foi convidada para participar do programa do Silvio Santos. Não para contar uma história triste, mas para falar sobre superação e gratidão. No palco, com as sete crianças ao seu lado, todas bem vestidas, saudáveis, estudando, ela olhou para Silvio e disse, Você não mudou só a minha vida. Você me ensinou que milagres existem, e que às vezes eles vêm disfarçados de patrões que se importam de verdade. Silvio, com aquele sorriso icônico, respondeu, Maria, quem me ensinou foi você. Você me lembrou que a verdadeira riqueza não está no que a gente tem, mas no que a gente faz com o que tem. Você tinha só amor para dar. E deu. E isso valeu mais que todos os aviões que eu possa ter. Você me lembrou que a verdadeira riqueza não está no que a gente tem, mas no que a gente faz com o que tem. Você tinha só amor para dar. E deu. E isso valeu mais que todos os aviões que eu possa ter. A plateia se levantou, não em uma ovação comum, mas em uma celebração de humanidade, de compaixão, de amor ao próximo. Silvio Santos já não está mais entre nós, mas histórias como essa continuam vivas, porque não são histórias sobre dinheiro ou fama. São histórias sobre olhar para o lado e enxergar o ser humano. Quantas donas marias trabalham na sua empresa, na sua rua, no seu prédio? Quantas pessoas lutam em silêncio, com dignidade, sem pedir nada, apenas fazendo o melhor que podem? A lição que Silvio deixou naquele dia não foi sobre dar dinheiro. A lição que Silvio deixou naquele dia não foi sobre dar dinheiro. Não foi sobre dar dinheiro. Foi sobre dar atenção. Foi sobre se importar. Foi sobre usar o privilégio que temos para fazer diferença na vida de quem precisa. Dona Maria hoje gerencia um dos maiores programas de responsabilidade social corporativa do Brasil. Treina outras empresas a cuidar de seus funcionários. Escreve livros sobre liderança humanizada. E tudo isso porque alguém decidiu olhar para ela e ver não apenas uma funcionária, mas um ser humano. Pedro, hoje com 13 anos, consegue andar com a ajuda de muletas. Tenha em ser fisioterapeuta para ajudar outras crianças como ele. Ana se formou em uma escola especial e está aprendendo a trabalhar com artesanato. Seus trabalhos são vendidos em lojas de todo o país. Os outros cinco estão todos estudando, sonhando, vivendo. E tudo porque, em uma noite chuvosa de sexta-feira, um homem chamado Silvio Santos decidiu fazer algo que todos nós podemos fazer. Se importar. Se essa história tocou seu coração, eu tenho um desafio para você. Não é deixar um like ou se inscrever no canal, embora isso ajude muito a levar essa mensagem para mais pessoas. O desafio real é este. Olhe ao seu redor. Veja as pessoas que trabalham com você, que moram em casa, que trabalham com você, que moram em casa, que moram em casa, Olhe ao seu redor. Veja as pessoas que trabalham com você, que moram perto de você, que cruzam o seu caminho todos os dias. E se pergunte, tem alguma Dona Maria na minha vida? Alguém que está lutando em silêncio? Você não precisa ser rico para fazer diferença. Às vezes, é um prato de comida. Às vezes, é uma palavra de incentivo. Às vezes, é apenas escutar. A bondade não tem preço. E o impacto que um gesto de amor pode ter é imensurável. Sílvio Santos ensinou isso ao Brasil, não com discursos, mas com ações. E hoje, através dessa história, esse ensinamento continua vivo. Deixe nos comentários. Vou fazer diferença. E depois realmente faça, porque o mundo muda um gesto de amor de cada vez. E se você conhece alguém que precisa ouvir essa história, compartilhe. Não para ganhar views, mas para plantar sementes de bondade em corações que precisam acreditar que pessoas boas ainda existem. Por que existem? Sílvio propõe. Por que existem pessoas boas? Porque existem pessoas boas. Porque existem pessoas boas. Porque existem pessoas boas. Porque existem pessoas boas. Porque existem pessoas boas. Porque existem pessoas boas. Por que existem? Sílvio provou. Dona Maria provou. E você pode provar também. Muito obrigado por assistir. Até o próximo vídeo. E lembre-se, seja sempre a pessoa que você gostaria de ter ao seu lado nos momentos difíceis.
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