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Listen to Light_Enhanced_Diligencia_1455-22.8T8EVR by Ana Neto MP3 song. Light_Enhanced_Diligencia_1455-22.8T8EVR song from Ana Neto is available on Audio.com. The duration of song is 19:05. This high-quality MP3 track has 32 kbps bitrate and was uploaded on 18 Nov 2024. Stream and download Light_Enhanced_Diligencia_1455-22.8T8EVR by Ana Neto for free on Audio.com – your ultimate destination for MP3 music.










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Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Sim. Ah, acho que diga-se o que vai ser feito. É melhor diga-se o que vai ser feito. Diga-se o que vai ser feito. Diga-se o que vai ser feito. Diga-se o que vai ser feito. Diga-se o que vai ser feito. Diga-se o que vai ser feito. Diga-se o que vai ser feito. Diga-se o que vai ser feito. Diga-se o que vai ser feito. Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Ouvir e ouvir-me bem? Boa tarde, Doutora Cristiana. Consegue ouvir-me? Sim. Olha, já explicou aqui ao Tribunal quais sĂŁo as suas funções. Eu queria que explicasse relativamente a esta unidade de radioterapia do Hospital DĂ©bora, que a Doquinchá explora atualmente desde maio de 2022, qual Ă© que foi a sua intervenção, pelo assunto, pelas suas funções relativamente ao processo de licenciamento da unidade. Qual foi o seu envolvimento e que ligação direta Ă© que teve, relativamente, a este assunto? Bom, para termos acolhido ao tempo, vou-lhe falar um pouco sobre o licenciamento dos equipamentos instalados na unidade. NĂłs tivemos, atravĂ©s da unidade, a inauguração do licenciamento dos equipamentos instalados, e, por isso, desde que eu acordei, os equipamentos iniciais estĂŁo disponĂveis, cheios de licenciamento. Os equipamentos novos sĂŁo adicionalmente relacionados Ă unidade. E, tambĂ©m, envolvida no processo de licenciamento da unidade da AgĂŞncia de SaĂşde, se iniciou, depois acabou em Correja, e foi um pouco prejudicado, reclamou que existia uma capa no prĂłximo hospital, e disse que, afinal, o licenciamento da agĂŞncia direta, uma vez que se trata de uma unidade hospitalar pĂşblica, e os benefĂcios que estĂŁo acolhidos pela unidade da agĂŞncia, estĂŁo sĂł, respectivamente, encaminhados para o hospital. Bom, mas, entĂŁo, deixe-me perguntar-lhe o seguinte. A senhora conhece as peças do concurso que foi lançado para o hospital? Sim. E pergunte-lhe, o concurso exigia, ou nĂŁo, ao concorrente que viesse a ganhar, que procedesse a esse licenciamento que falou? Sim, sim, sim. O concurso foi ligado ao licenciamento. Como Ă© que está? Tem-lhe que responder a essa questĂŁo de licenciamento da agĂŞncia. Mas o concurso foi ligado ao licenciamento. EntĂŁo, o licenciamento da unidade e o licenciamento da proteção radiolĂłgica, presumo que dá, muito bem. Portanto, a senhora pode aqui confirmar que o hospital de Évora nĂŁo tem nenhuma dessas licenças para aquela unidade de radioterapia. NĂŁo, nĂŁo tem. Portanto, quem tinha licenças antes era a entidade Ureniquer que explorava a unidade. Exatamente. Olha, e seria possĂvel que essas licenças transitassem, ou que fossem transmitidas as licenças que estavam da Ureniquer para as Joaquim Chaves, do ponto de vista legal? Ou as Joaquim Chaves tinha mesmo que instruir um processo de licenciamento? Quer relativamente Ă unidade, quer relativamente aos equipamentos. Sim, nĂŁo há possibilidade de transferĂŞncia de igualdade. É sempre alguĂ©m que abre mais discussĂŁo do mistĂ©rio que o oficial. Portanto, certos juntos Ă s instituições do ambiente, como o ZĂ©, que em setembro fez a Joaquim Chaves dirigir, e foi que aconteceu lá, foi que aconteceu com a Joaquim Chaves. EntĂŁo, lá o ZĂ©, as instituições do mistĂ©rio, quase que, quase, de raiz, já tĂŞm que ter um direito de administração na Unidade. Sra. Doutora, o Tribunal tem aqui já conhecimento, quando a Joaquim Chaves foi notificada da adjudicação da sua proposta, a Joaquim Chaves enviou uma carta ao Hospital a pedir vária informação. A Sra. Doutora nĂŁo está aqui, nĂŁo podemos facilmente confrontar com o documento, mas tambĂ©m nĂŁo vamos perder tempo com isso. Agora, queria em todo o caso dizer-lhe que, se confirma ou nĂŁo, a Joaquim Chaves tinha necessidade de solicitar ao Hospital um conjunto de informações e de documentação, sem os quais nĂŁo poderia instruir nenhum dos processos de licenciamento. Exatamente. Há possibilidades, Sra. Doutora, de gerar um pedido de 40 cartas para o Hospital. Por isso, nĂłs vamos tentar fazer-lhe isto depois. Olhe, e sem querer ser exaustivo, mas sĂł de uma forma muito resumida, Ă© capaz de dizer quais eram... qual era a documentação e a informação absolutamente essencial para os efeitos desses licenciamentos. Precisamos, por exemplo, de ter plenas de realidade, de partes da arquitetura, de bĂłias extensivas, de jeitos de informação relativa aos equipamentos instalados e tambĂ©m há medidas que sĂŁo especiais na altura da instalação destes instrumentos. E para concluir, Sra. Doutora, se precisar de uma informação, um conjunto de informações ou de documentos que esteja distribuĂdo, sendo que, obviamente, tudo o que Ă© relacionado Ă s instalações teria que ser autorizado pelo Hospital, porque este instrumento ainda nĂŁo Ă© licenciado. Olhe, e Ă© ou nĂŁo Ă© verdade que, para efeitos desses processos de licenciamento, a entidade requerente tem que indicar pessoas responsáveis que fiquem perante as entidades licenciadoras. Explique lá, por favor, quem Ă© que sĂŁo as pessoas. Portanto, para receber este tipo de licenciamento temos que ter já uma equipa definida, que será o diretor clĂnico, pessoal e arquĂ©tipo e, enfim, responsável. A Ăşnica pessoa que nĂŁo Ă© responsável Ă© este, estes depois. Portanto, se nĂłs tivĂ©ssemos recebido, e se tivĂ©ssemos recebido, no nĂvel de NACA, que Ă© o primeiro gestante de COPA, teremos que ter já o diretor clĂnico, ou o diretor responsável, e, se disserem, o diretor responsável para fazer esta gestĂŁo do NACA. E, tambĂ©m, terĂamos que ter, entĂŁo, o diretor responsável para fazer esta gestĂŁo do NACA. Olhe, e Ă© capaz de explicar ao Tribunal o que Ă© que sucedeu na sequĂŞncia deste pedido que foi feito pelas Joaquim Chaves ao Hospital, como Ă© que as coisas se passaram. Bom, o pedido que foi feito foi extremamente difĂcil ao ter a documentação analisada. Houve diversas decisões pelo Hospital, no sentido de presencialidade para a urgĂŞncia e a necessidade de ter a documentação boa para podermos dar o documento e, com isso, tambĂ©m mostrar os resultados conseguidos no cabelo de encargos. Portanto, foi um projeto muito demorado e, altamente, nĂŁo está no caminho das soluções enviadas. Foi, inclusive, a necessidade de ter sido aproximado com a gestĂŁo da diagnĂłstica, as novas tĂ©cnicas de fĂsica mĂ©dica, de educar-se Ă autoridade, para terem em avanço, cerca de duas ou trĂŞs dias, como eu disse, para terem as decisões necessárias, de uma vez que nĂŁo aconteciam que a informação acessada nĂŁo seja a conclusĂŁo. Bom, isto, eu nĂŁo sei se há datas especĂficas, mas eu diria que temos o final do ano, de hoje, 21, e, abrindo, existe a importância de vários funcionários, querem ser no Hospital, pois, mesmo querem ser com a APA, para conseguir ser utilizados para a necessidade de ter um processo mais sĂ©rio do que o anual. EstĂŁo sendo dadas as datas especĂficas, mas nĂŁo existem as datas especĂficas da APA. Foi muito, foi marco, e, efetivamente, a licença foi emitida, pois foi da APA, foi rápida na legislação, mas foi resolvido em março de hoje, nĂŁo será dados especĂficos da APA. Certo, e houve uma sensibilização desde o Hospital, junto da APA, para que o processo fosse realizado, Ă© isso? Para que o processo fosse realizado. Sem essas licenças, a Joaquim Chaves podia tratar algum doente na unidade de radioterapia do Hospital DĂ©bora? NĂŁo, nĂŁo fiz. Enquanto nĂŁo tivessemos as licenças, nĂŁo podĂamos nĂŁo operar, especialmente. E, enquanto as licenças nĂŁo estiveram emitidas em março, nĂŁo podĂamos operar com o paciente. Muito bem. Muito bem. Falou aĂ tambĂ©m sobre disponibilização da informação, deixe-me cá ver o que Ă© que eu queria perguntar mais. Relativamente Ă contratação de pessoal, a Senhora teve alguma intervenção nesse processo? NĂŁo, nĂŁo tive nenhuma intervenção neste processo. E para efeitos de licenciamento, quais sĂŁo as categorias profissionais que Ă© necessário apresentar para se obter o licenciamento da unidade? EntĂŁo, quer dizer, ser mĂ©dico no campo clĂnico, ter de ser fĂsico-mĂ©dico, ter de ser tĂ©cnico de psicoterapia e psiquiatria, e por mais. E a Senhora sabe, nĂŁo sei se nĂŁo sabe, nĂŁo sabe, se o conjunto de trabalhadores que alĂ©m e quer vinha, ocupavam e permitiam preencher todas essas categorias profissionais? Tem conhecimento disso? NĂŁo sabe. NĂŁo sabe entĂŁo quem Ă© que foram os trabalhadores, quem eram, quem Ă© que ficou a trabalhar para Joaquim Chaves, nĂŁo tem conhecimento sobre isso? NĂŁo sabe. Bom, olha, eu sĂł tenho uma Ăşltima pergunta para lhes fazer. Se fosse indeferido o pedido de licenciamento da Joaquim Chaves, nĂŁo podia tratar doentes? NĂŁo. NĂŁo podia. NĂŁo tem licenciamento. Independentemente daquela unidade, seguramente está a ter tido uma licença em nome de uma outra entidade que era a dedicada. Sim, sim, mas a partir do momento em que trataram de ser nĂłs a trabalharmos com aquela unidade, eu nĂŁo pude fazer licença em nome dela, sem licenciamento da unidade em que posso trabalhar. O hospital nĂŁo tinha essa documentação do processo de licenciamento da LENICAS. NĂŁo, nĂŁo tem. Essa documentação Ă© uma documentação da prĂłpria entidade que tem a licença. Exatamente. E essa foi a dificuldade que transmitiu aqui ao Tribunal da parte da LENICAS em disponibilizar essa informação para agilizar o processo. Sim, exatamente. Portanto, tem-se que ter gostado de um aconselhimento da informação que estava nos votos da LENICAS e, portanto, foi isso tambĂ©m que as pessoas devem ser conscientes. Foi a falta de qualidades da entidade nos publicarem a documentação do hospital. Muito bem. Sra. Torres, nĂŁo lhe deixo mais nada. Muito obrigado. Boa tarde. Estou a falar com os Departamentos. Essa informação, essa documentação que referiu a LENICAS em nome do AndrĂ© da Faculdade Ă© a documentação da LENICAR ou Ă© a documentação que a LENICAR tinha a obrigação de entregar? É a documentação produzida pela LENICAR? A documentação faz Ă© a documentação com todas as solicitações e discursos que sĂŁo feitos imediatamente com as instituições de saĂşde. O que está a ser feito agora Ă© o mesmo que vamos fazer para poder levar a documentação que foi apresentada pela LENICAR. A documentação da LENICAR tem documentação com as solicitações que foram feitas pela LENICAR. NĂŁo lhe deixo mais nada. Muito bem. Obrigado. Boa tarde. NĂŁo sei se o senhor consegue ouvir. É sĂł uma dĂşvida que me ficou aqui do primeiro que já fez. Disse no inĂcio que a Joaquim Chaves solicitou informação ao hospital sobre o licenciamento e que o hospital nĂŁo facultou ou dificultou relativamente ao licenciamento. A minha dĂşvida Ă© foi solicitada informação pelo Joaquim Chaves ao hospital ou ao LENICAR? Uma vez que quem tinha a documentação e a informação era o LENICAR e nĂŁo o hospital. A documentação foi solicitada ao hospital. O gesto era solicitado no hospital. No hospital nĂłs ganhámos o LENICAR e o LENICAR a documentação. Foi solicitado pela documentação. O licenciamento foi feito ao hospital. Mas a informação e a documentação seria sempre da titularidade da LENICAR e nĂŁo do hospital. Sim, mas eu tenho um processo que foi feito ao hospital. NĂłs sĂł fizemos documentação ao licenciamento e nĂŁo ao hospital. Mas sabe a razĂŁo pela qual o hospital teve dificuldade em disponibilizar esta mesma informação? Sim, sim. A informação estava na LENICAR e nĂŁo no hospital. A informação estava no hospital mas o hospital a nĂŁo ser a nossa. Obrigado. Obrigado. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Obrigada.
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