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Listen to 2011-11-13-ParabolasEvangelicas by Aldo Dos Santos Dias MP3 song. 2011-11-13-ParabolasEvangelicas song from Aldo Dos Santos Dias is available on Audio.com. The duration of song is 02:04:18. This high-quality MP3 track has 8 kbps bitrate and was uploaded on 20 Oct 2026. Stream and download 2011-11-13-ParabolasEvangelicas by Aldo Dos Santos Dias for free on Audio.com – your ultimate destination for MP3 music.










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The speaker reflects on a lesson about the essence of the Gospel based on passages from Scripture, particularly focusing on the teachings of various saints. They discuss the nature of laws, emphasizing that divine laws aim to promote virtue, unlike human laws that only regulate external behavior. The ultimate goal is to lead individuals to internal transformation and virtue, with a distinction made between the laws of the Old and New Testaments. The discussion delves into the importance of receiving the Holy Spirit, highlighting the transformative journey of renouncing oneself to achieve spiritual growth. The speaker emphasizes the deep understanding required to grasp the essence of the Gospel and the challenges in perceiving spiritual truths. The complexity of spiritual growth is emphasized, contrasting it with simplistic views of conversion in evangelical traditions. The narrative underscores the ongoing process of self-renunciation and internal transformation on the path to spiritua Então, hoje é dia 13 de novembro de 2011, mas essa é a nona aula da Igreja Nossa Senhora do Brasil. E o que eu gostaria de fazer hoje era de comentar algumas passagens da Sagrada Escritura. O que está escrito em uma linguagem diferente, as mesmas coisas que nós comentamos nas últimas aulas. Na última aula, nós estávamos falando simultaneamente de alguns dados que nós tomamos de Santo Agostinho, outros dados que nós tomamos de Santo Maizequino e outros dados que nós tomamos de Santa Teresa de Leal. E a gente estava usando esses dados para comentar uma passagem na forma teológica onde Santo Maizequino diz qual é a essência do Evangelho, qual é a essência do Novo Testamento, o que consiste a lei do Novo Testamento. E nós fizemos um pequeno resumo de todas as leis que o Santo Maizequino afirma existirem, da lei eterna, da lei natural, da lei humana, da lei divina, da lei do Velho Testamento, também do Novo Testamento. E nós vimos que o Santo Maize diz que a lei do Velho Testamento, ele consiste basicamente nos preceitos escritos que estão no Velho Testamento e que ele difere da lei humana, porque a lei humana só serve para o foro externo. A lei humana não consegue alcançar e dispor o interior do homem. A lei divina, ela prefeitura, a do Velho Testamento, ela prefeitura tanto atos internos como atos externos, justamente porque ele quer tornar o homem feliz, quer fazer levar o homem à sua plena realização. E isso não se faz apenas pelo ordenando a parte exterior do homem, mas a parte interna. E que, aliás, eu não falei isso, mas ele diz que esta é a finalidade de todas as leis. Ele diz que a natureza própria das leis é de promover a virtude dos que se subordinam a essa lei. Não é garantir a liberdade nem garantir os direitos, é promover a virtude. E isso, aliás, é um conceito que na Antiguidade cristã, aliás, na Antiguidade, mesmo na cristã, era generalizado. E daí que veio a palavra civilização. Porque, muito antigamente, as pessoas viviam no campo, ou viviam no homem. E a gente encontra nos textos aristóteles, quando ele cita os filósofos antigos, os escritores mais antigos, que os grandes efetores da humanidade, os primeiros grandes efetores da humanidade, foram aquelas pessoas que fundaram cidades. Porque quando fundaram as cidades, e as pessoas estavam todas juntas, eles tinham que colocar leis, para ensinar as pessoas a se comportarem direito. E o que eles precisavam no meio do campo. E justamente as pessoas iam morar na cidade, e se sujeitavam às leis, e elas acabavam adquirindo um padrão de vida, de comportamento, muito mais elevado. Eles se tornavam civilizados. Civilizados eram, justamente, aqueles que viviam na tírica, na cidade. Então, morar numa cidade significava estar debaixo da lei. E os grandes pedagogos da humanidade, foram justamente os indivíduos que criaram as cidades, e que criaram as leis. E as leis eram feitas, não era para garantir os direitos. Era para levar os homens à virtude. E essa é a natureza das leis. E óbvio, a virtude não consiste apenas no exterior. E essas leis que havia nas cidades, que são enquadradas no terceiro tipo de leis, que são tomadas aqui na sala, serviram a lei eterna, depois a lei natural, depois a lei humana, eles só podiam prestituar o externo. Mas não se pode realmente levar ninguém à virtude, através de lei nenhuma, apenas prefeiturando o externo, antes de prefeiturar o interno. E justamente nisso que a lei divina, a lei escrita no Velho Testamento, digeria, porque enquanto a lei dos homens só poderia prefeiturar o externo, a lei divina também prefeiturava o interior. A lei divina também prefeiturava o interior. Mas havia uma maneira mais elevada de ordenar o interior, que não é apenas pela lei externa, que é justamente a do Novo Testamento. A lei do Novo Testamento não é uma lei que disciplina o interno, mas ela continua ela mesma sendo externa. A lei do Novo Testamento, diz o Santo Tomás da Esquina, naquela parceria que nós vimos, a própria lei é interna. Não só ela prefeiturou o interno, mas ela também é interna. E é o próprio Espírito Santo que é dado a quem se tem Cristo. Isso consiste no Novo Testamento. Ora, pelo que nós estávamos falando até agora, isso de conceder o Espírito Santo àqueles que creem em Cristo, analisado mais a fundo, isso é aquilo que na teologia sempre se conheceu pela que se denomina, divide e denomina assim. Isso é aquilo que a Santa Teresa descreve na Segunda e na Terceira Morada. Isso é aquilo que depois de algum... depois que, com a graça de Deus, com a lua da fé, nós nos vivenciamos do pecado, nós nos vivenciamos do vício, nós nos vivenciamos das paixões. E, ademais, para aqueles que têm coragem de renunciar a si mesmo, a gente também renuncia a si mesmo, escolhendo um dos dois métodos que a gente comentou, ou vendendo tudo e indo para um morteiro onde haja uma vida espiritual muito intensa, ou simplesmente vivendo para receber. Até que nós nos defundimos de nós mesmos. E, fazendo isso, a gente atravessa a Primeira Morada. A gente atravessa a vida que se chama liturgativa. E aí começa aquilo que o Santo Tomás está descrevendo naquele texto da Segunda Teologia. Que a essência do Evangelho é o Espírito Santo, o pecado, aqueles que creem em Cristo. Então nós, na aula passada, nós estávamos chamando a atenção como essa passagem da Segunda Teologia, que é um simples parágrafo, vou parar isso um pouquinho aqui, não aceitamos, e eu disse em voz alta falar desse texto para que a gente pudesse conferir. Esse parágrafo, na verdade, é o tema da Epístola aos Dálatas. Na Epístola aos Dálatas não existe. São Paulo ensinou isso aos Dálatas, e quando ele foi embora, alguém mandou um recado que os Dálatas tinham esquecido tudo. Então São Paulo lhe dá uma bronca. Como vocês receberam disso? Vocês não receberam o Espírito Santo? Então digam-me para mim, como foi que vocês receberam o Espírito Santo? Vamos, respondam. Vocês sabem como é que foi? É muito interessante a Epístola, porque se alguém encostar qualquer um na parede, qualquer um de nós na parede, se São Paulo encostasse um de nós na parede, a gente recebeu o Espírito Santo. Luís, Fernando, Henrique, vocês sabem, digam, falem. Falem para todo mundo como é que foi receber o Espírito Santo. Eu te ensinei, mas você passou por isso. Diga, vamos, fale a verdade. Põe em revisão, espera um minutinho. Eu nem estou sabendo se você recebeu o Espírito Santo. Claro, eu acredito que sim. Mas isso é pela fé. E eu não percebi nada até hoje. E nem sei como é que ele veio. Eu sei que quando eu me confessei, quando fui batizado, eu percebi. Mas você está querendo, você testemunha, assim como se eu tivesse conversado com ele e que eu soubesse exatamente como foi que eu abri a porta dele passando, espera um minutinho, eu não estou sabendo. E... isso daí... é... quando a gente lê que ele falou palavras, a gente não... muitas vezes a gente não atina a grandeza do que o São Paulo está falando. E... eu lembro que quando... muitos e muitos anos, há décadas atrás, quando eu era adolescente e... de colegial, eu estava começando a faculdade, eu vi isso. E eu fui perguntar para alguns teólogos. É exatamente o que estou falando para vocês. Eu fui perguntar e ele disse, olha, mas está escrito aqui. Se ele perguntasse sobre a mim, eu não iria dizer... é... é mesmo. E como é que... e por que ele não me falou nada? E... e aí a gente recebeu as respostas mais desencontradas possíveis. Um teólogo, ele respondeu assim, não, mas o problema é o seguinte, é que você não está entendendo que as epístolas de São Paulo, eles estão lucrando no Novo Testamento. Portanto, as epístolas de São Paulo, também são revelação. Ele está revelando isso. Aí a gente diz, não, espera um minutinho, ele pode estar revelando, tudo bem. É revelação. Então isso faz parte dessa doutrina do depósito dos atentos. Mas ele está exigindo que os gálatas deem o testemunho de uma coisa que eles experimentaram. Por que que eles experimentaram e a gente não experimenta? Essa história que faz parte do cântico, então também é revelação, não é explicação. Aí a gente ia procurando ao outro e... Então, como é que se explica isso? Ele fala, pois é, Estadunado, você é muito inteligente, você... Gostei de ver essa pergunta, mas é óbvio. Mas é claro, é isso mesmo que se está falando, mas o problema é que você já é católico praticante há tanto tempo, você, com certeza, você já está tão acostumado, você não percebe. E eu falei, uai? Mas e... Então você vê que existe uma certa... Existe uma certa dificuldade da gente entender as coisas do jeito como elas são. Você pode saber a Bíblia de cor, no grego, no hebraico, no aramaico, no latim, estudar toda a teologia e às vezes você não perceber do que realmente está se falando. E... Hoje a coisa ficou um pouquinho pior, porque às vezes as pessoas não sabem nenhuma coisa nenhuma. Mas, a explicação é a seguinte, é porque o Evangelho só pode ser entendido se você entender dentro dessas coisas, dessa perspectiva de um longo crescimento. Não é como normalmente você, por exemplo, você vê na tradição evangélica, que só existe conversão. Ou fulano se converteu, ou menino se converteu. É como se fosse uma chamada, ou ela está ligada, ou ela não está desligada. Na verdade, quando a gente se converte, começa uma longa caminhada, e onde a maioria das pessoas não passa do primeiro estágio. Então, o que São Paulo está falando, é que a partir do momento que você cumpre os mandamentos, a partir do momento que você é um bom cristão e que você, de fato, teve coragem de renunciar a você mesmo, o que não se faz de uma hora para outra, é que você, além de decidir a renunciar a você mesmo, você tem que esperar que você morra a você mesmo. É que nem no deserto, no Deus que estava no deserto, que Moisés esperou que 600 mil homens morressem, que toda geração velha morresse, para uma geração nova entrar na Palestina. Então, no fim, é isso que a gente decide, renunciar a si mesmo, porque no dia seguinte, a gente renunciou. A gente tem que ir morrendo as nossas paixões, realmente vivendo de uma outra maneira. E aí, chega num momento em que a gente pode começar, devagar, uma vida de oração. E a vida de oração, ela se baseia, quer a gente saiba ou não, na prática da virtude de seu lugar, da experiência de caridade. A fé é uma virtude que reside na inteligência. A esperança, segundo minha interpretação, é uma virtude que reside na memória. A caridade é uma virtude que reside na vontade. São as três principais faculdades da alma espiritual, inteligência, memória e vontade. Então, na oração, através da fé, nós unimos a inteligência a Deus. Na verdade, pelo que nós nos mostramos, quando a gente vive da fé, a gente está sendo iluminado por uma luz, que não é a luz da razão. Essa luz é uma participação do grau divino. Essa luz é a graça atual. É o próprio Deus que está ali dentro de nós, para poder fazer a graça de fé. E a isso, a gente tem que aprender a acrescentar, a unir a essa luz, que é o próprio Deus, como uma participação de Deus. A gente tem que acrescentar o amor pelo qual a gente se une a Deus. Então, na medida que a gente vai fazendo isso, e isso é a essência da oração, e na medida que isso vai se aprofundando, nós vamos percorrendo aquilo que a Santa Ferenza chama de Segunda e Terceira Morada. E vamos percorrendo aquilo que se chama de vida iluminativa. E até onde? Até o momento em que nós podemos viver, de uma maneira quase que habitual, na presença de Deus, e em um amor perpétuo. Para fazer isso, a psicologia humana, a nossa psicologia, tem que sofrer uma reforma absolutamente completa. Quando essa reforma que ela se dá, não é apenas pelo esforço da gente, na verdade, quem faz essa reforma é a própria Graça atual. Ela exige um esforço para a gente, mas quem faz a reforma, quem modifica a estrutura interna da nossa psicologia através da Graça, é o próprio Espírito Santo, é o próprio amor de Deus, é a Graça atual. E quando um amor de Deus se torna perpétuo, perpétuo, eu digo, eu quero dizer habitual, e quando a gente já consegue viver mais ou menos permanentemente na fé, que o São Paulo diz que quando ocorre isto, não é mais a gente que vive, mas é o Cristo que vive em nós, porque justamente é o Cristo que está possibilitando aquele arco de fé, se a fé continua e o Cristo vive atualmente dentro de nós. É a própria interpretação que o São Paulo dá na Epístola ao Gala, quando ele diz que não é mais ele que vive, mas o Cristo que vive em ele, ele diz que o Cristo vive em mim, por causa da fé que eu tenho no Filho de Deus. Não é por nada mais extraordinário do que isso. Então, quando ocorre isto, então começa, em algum momento, quando Deus se interna, o que a Sra. Tereza descreve como a Quarta Morada, que é o início da vida mentira, e onde essa Quarta Morada corresponde a um modo de oração que é muito parecido com o que está descrito no Capítulo 7 de São João. No seio daqueles que creem correrão os rios de água viva, no São João diz. E ele está falando do Espírito Santo que receberiam os apóstolos do dia de Pentecoste. Mas que lugar elas também receberam? O que o São Paulo diz? Vocês receberam? E conta pra mim como é que foi? Vocês esqueceram tudo que receberam pra vocês? Você estava aí e como é que aconteceu? Vocês sabem que pra gente chegar lá, a gente chega ali pela prática da fé que opera pela caridade. É isso e não outra coisa. É isso e não outra coisa, mas se me entenderem, suponho que seja um começo adotado. Que você não se dê as paixões da carne, que você renuncie a si mesmo. Mas se fosse só isso, não viria o Espírito Santo. O Espírito Santo vem naqueles que, depois de terem feito tudo isso, durante um período promulgado, eles se dedicam intensamente à vida espiritual, que é a prática da fé, que opera por meio da caridade. Então, essa explicação não é porque a gente está acostumado, ou porque a Epístola aos Álatas é revelação. E isso explica o simples fato de ser revelação, por que a gente não percebe. Porque, na verdade, Deus convida todos para isso. E o São Tomás de Aquino, aí voltando, na sua Teológica, o São Tomás de Aquino diz que isso é o outro Evangelho. Todas as coisas são aquilo que revela adade principal. É a prática de São Tomás. Tudo aquilo parece ser aquilo que é, neles, a ade principal. Ora, o que é ade principal do Evangelho é o próprio Espírito Santo, que é dado àqueles que creem em Cristo. Então, isso é essência do Evangelho. E eu queria mostrar para vocês que, na verdade, se você olhar através da luz, você vai perceber que esse é um dos principais assuntos dos textos do Evangelho. Então, justamente eu ia mostrar para vocês como que a gente pode verificar isso na pegadinha dos textos. E aí, na próxima aula, se a gente terminar isso hoje, a gente já começa um outro assunto e continuando isso. Então, eu já estava chamando para vocês a atenção que uma das chaves para entender isso é o conceito que há nos Evangelhos sinósticos e vem nesse texto. O Reino de Deus, nos Evangelhos, significa a vida vivida. É aquilo que começa a partir da Quarta Morada. Então, dentro desse sentido, você pode, por exemplo, interpretar o episódio do jovem rico. Um jovem rico que chegou para Cristo e disse, Mestre, o que eu faço para obter a vida eterna? Aí, o Cristo disse, vai com o seu irmão da lei. E ele disse, tudo isso eu faço. O que mais falta? Aí, o Cristo, em vez de chamar ele de mentiroso, ele agradou-se do jovem e disse, bom, se isso quer ser perfeito, vai vendo tudo o que você tem. Vem e fica-me. Convidou ele para se integrar por cima da porta. E ele não quis. Ele tinha riqueza, mas não conseguiu vender e foi embora. Então, Jesus comentou, como é difícil aquele que tem riqueza entrar no Reino dos Céus. Veja que está havendo uma distinção aí. O jovem rico perguntou como ele fazia para alcançar a vida eterna. Jesus não falou para abandonar tudo. Jesus disse para cumprir os mandamentos. Faça isso e será salvo. E ele disse, não, eu quero mais. E se você quiser entrar no Reino dos Céus, vai. Se quiser ser perfeito, vai vendo tudo o que você tem e vem e fica-me. E, quando ele não foi, é aí que Jesus entrou com a história do Reino dos Céus. Como é difícil um rico entrar no Reino dos Céus. E, para alcançar a vida eterna, o próprio Cristo disse que ele precisava fazer mais do que estava fazendo. Então, foi uma coisa diferente. E aí ele disse que, na verdade, é mais difícil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus. É mais fácil. É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus. E os apóstolos, que parecem que não estão entendendo direito, certo? Isso não é a primeira vez que ocorre no Evangelho. A gente já viu a história da parábola do bom samaritano, onde Jesus perguntou, quem é o próximo? E a resposta certa era o ateleiro. E ele disse, era o samaritano. E aí o Cristo não falou nada. Bom, vá e faça como você entendeu. E aí os apóstolos disseram, quando eles ouviram isso, que era mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus, eles falaram, mas quem é que vai se saudar? Mas Jesus não estava falando mais da saudação. Ele estava falando de outra coisa. Ele estava falando do quê? Aquele jovem rico já tinha passado pela metade da vida progativa. Já tinha ordenado as paixões, só faltava ele não ser apicoto. Aí ele entrava na segunda e terceira morada. E o Reino dos Céus começa depois disso. O Reino dos Céus começa na quarta morada, na Vida Limitina. O Reino dos Céus começa na quarta morada, na Vida Limitina. E Jesus está dizendo, olha, para se salvar não é tão difícil. Hoje está difícil, porque todo mundo está reprovando todo mundo. Mas em si não é tão difícil. Mas para chegar lá na frente, é difícil sim. Tem uma porta estreita. E aí ele diz, procurem entrar pela porta estreita, porque muitos pensarão e não conseguirão. E inclusive ele diz, e inclusive muitos nem sequer a encontram. Veja que Jesus não só diz que a porta é estreita, e que muitos tentam entrar, mas não passam. Eu já li o capítulo 7. Ele diz, inclusive tem gente que nem encontra onde está a porta. Nem sequer tenta entrar, porque não enxerga onde é que ela está. Mais ou menos. E ainda tem esse bloco da Maria do Carmo, não é? É. E ainda tem como todos os grandes estados vivenciarem esse ponto lá no Brasil. Sim, só que não é um ponto. Mesmo isso, tem uma grama grande que não é um ponto. São muitos estados. Então aquilo que começa no começo da vida iniquiva, é o que mais corresponde ao que Jesus está falando sobre o reino dos céus. Então eu estou pegando aqui o texto. Aqui, olha. São os capítulos 7, verso 13. Entrem pela porta estreita, porque largue a porta e façam o caminho com toda a perdição. E muitos são os que entram por ele. Estreita porém a porta e acertado o caminho de contorno à vida. E são poucos os que o encontram. Jesus não só fala que é estreito, apertado e que não passa, mas também ele diz que é difícil até de encontrar onde é que está. O que é evidente. Se a gente está entendendo o que nós estamos falando. Então, depois, os apóstolos veneráveis que foram assim, quem que vai se saltar? E porque eles estavam querendo dizer que aquele que foi lá no peito, não era o Antonio de Moraes, nem o Nelson da Célia, e nem o Gabriel Gates, aquele fulano, não deveria ser mais rico do que algum de nós. Que está aqui dentro, talvez até a maioria. Hoje em dia o nível de vida é muito mais alto do que antigamente. Talvez não tenha nenhum aqui dentro que seja mais pobre do que o que ele já viveu. Então os apóstolos estavam dizendo, inclusive eu Pedro, mas eu fiz empresa de pesca, e o meu imposto de venda é 4, 5 meses fulano. Então também eu não passo aqui. Minha pauta. Aí o Cristo diz, pois é, é impossível. É possível mesmo. Mas o que para os homens é impossível, a Deus não é. O que inclusive dá para entender é possível. O que inclusive dá para entender é porque não é pelo esforço da gente que a gente passa pela quadrifreita. É o trabalho da graça. Quando a gente, na verdade, na vida iluminativa, a gente se dedica à vida do oração, não é nós que estamos passando. Na vida do oração, o que a gente está fazendo, nós estamos deixando Deus trabalhar dentro de nós. Eu acho que a maioria dos que se falam hoje está falando de atuação. Porque... Como é que a gente vai saber? De atuação. De atuação. De atuação. De atuação. De atuação. De atuação. De atuação. De atuação. De atuação. De atuação. De atuação. Mas como é que a gente vai saber? E isso daí, Deus não revelou exatamente o que vai fazer o resultado. O que é o resultado? Sim. É. É. Mas a sétima morada, ainda assim, é menos do que o céu. A sétima morada é menos do que o céu. Que no céu, você vê Deus passando. Na sétima morada, ainda é menos do que isso. Mas não vamos, agora, ficar raciocinando em termos de purgatório. Eu não quero enxamar profundo, ok? Como que fica coerente, e como a gente começa a entender, de uma outra maneira, o que o Evangelho fala, e a gente entende isso que eu estou falando. Então, por exemplo, vamos ver uma das coisas mais evidentes. Que, desde o início do cristianismo, já se sabia, e todos os autores, os santos padres, falam disso. Vocês conhecem o texto das bem-aventuranças. E o texto das bem-aventuranças, as sete bem-aventuranças, parecem elogios genéricos para as pessoas. E um político, ele podia, lendo aquilo, ele poderia achar que ele faz isso no discurso dele. Uma salva de palmas para os donos de casa, porque eles terão as panelas. Uma salva de palmas para os operários, porque eu vou aumentar o salário mínimo. Uma salva de palmas para os funcionários públicos, porque eu vou aumentar o décimo terceiro salário. Então, falta mais alguém? Então, a impressão que dá, quando as pessoas veem, é que as bem-aventuranças são elogios, assim. Porque eles estão gerando salva e salva de palmas, um e outro. Mas, quando a gentileza e os santos padres falam das bem-aventuranças, eles dizem que nossas bem-aventuranças, elas estão dispostas em larga increscência. As bem-aventuranças, elas descrevem o desenvolvimento da vida espiritual. E elas descrevem o desenvolvimento da vida espiritual até o começo da vida intiva. Então, as cinco primeiras bem-aventuranças correspondem à vida progressiva. E as duas últimas correspondem à vida iluminativa. E a oitava, digamos assim, é genericamente, descreve virtudes heróicas que começam na vida iluminativa. Então, as primeiras cinco. Então, vamos ver como é que a interpretação existe, várias interpretações disso. Uma delas, você encontra, por exemplo, num texto do Santo Agostinho sobre o Sermão da Montanha. Santo Agostinho escreveu um livro chamado O Sermão da Montanha, de Sermônio e Domingo em Mande. E o que ele diz lá? E o que ele diz lá? E mais ou menos isso que eu vou falar. A primeira bem-aventurança é bem-aventurando dos pobres espíritos, porque Deus é o Reino do Céu. Então, os pobres espíritos são as pessoas no meu Brasil. Por quê? A maioria das pessoas, elas querem dinheiro. Por mais dinheiro que elas tenham, sempre elas querem ter mais. E elas querem bem-paterar e querem uma série de coisas. Elas, mesmo que sejam milionárias, se consideram pobres. Mas, em termos de virtude, elas acham que têm mais do que o suficiente e não fazem esforço para querer ter mais. Então, a maioria das pessoas, elas se consideram ricas de espírito, pobres de bem, mas de espírito, extremamente ricas. Se eu disser, escuta, você está vendendo mais dinheiro? Elas vão dizer, claro, claro, onde que tem? E aí, se eu disser, bege, você está precisando de mais virtude? Elas vão dizer, imagina, eu tenho virtude e você está me ofendendo. E você está me ofendendo. Então, os pobres de espírito são aquelas pessoas que não se conhecem e são pobres de espírito. O espírito deles está vazio. São pessoas humildes e são as pessoas que teme a Deus. E que podem começar uma vida espiritual. Enquanto você não perceber que você tem tudo por fazer, você achar que está muito bem colocado, não tem chance nenhuma. E, então, a via venturante é o seguinte, é bem aventurado nos mansos, porque construiu uma terra. A mansão, num certo sentido, é uma das principais virtudes através da via paciência. E a verdadeira paciência não é apenas você ser uma pessoa calma. A verdadeira paciência, ela é, digamos assim, um pequeno coroamento das virtudes. A pessoa verdadeiramente paciente é aquela pessoa que não só é calma, mas principalmente ela é calma porque domina perfeitamente a situação. A situação, ela é equilibrada, tem um senso de justiça, tem um senso de prudência, tem um senso de coragem. E ela não perde os espíritos, é um homem completo, totalmente equilibrado. Tanto é assim que na segunda Epístola de São Paulo aos Coríntios, o São Paulo diz que o primeiro sinal do verdadeiro apóstolo é a paciência toda própria. Depois tem outros, mas se ele não tiver paciência, já é tratado como se ele estivesse reprovado. E na Epístola dos Testadonicênios, quando ele deseja virtudes para os testadonicênios, ele diz que o amor de Deus e a paciência de Cristo estejam com vocês. Ele escondia essas duas como raciíntes delas. Então, os homens blancos que possuiriam a terra são aqueles que, porque eles entenderam que eles eram homens de espírito, começaram a procurar virtudes. E adquiriram a paciência, que é o primeiro cológico das virtudes. Eles possuíram a terra, que é o símbolo da terra prometida. E no Velho Testamento, Moisés prometia a terra. Era a terra da Palestina, isso daí é o símbolo do céu. São os livros da terra dos livros. É, são os livros da terra dos livros, dos espiritualmente vivos. E aí, então, vem uma segunda, uma terceira viraventurança. Os viraventurados choram, porque serão consolados. Chorar o quê? Chorar o tempo que você perdeu. Porque quando você chega nesse ponto, você percebe, olhando pra trás, que se você tivesse começado antes, você estaria muito mais pra frente. E você começa a chorar. Todas as ilusões que a gente teve, o tempo que a gente perdeu, as coisas que a gente se amarrou. E começa, a mente começa a se abrir, você começa a entender a verdadeira natureza das coisas terrenas. Você ainda não entende muito bem o que é o céu, você já está começando a entender o que é a terra. Então, a gente chora. Então, os bem-aventurados, eles choram, porque serão consolados. Mas não dá pra chorar desse jeito se você, primeiro, não regra as virtudes, não regra as paixões. Porque, justamente, é as paixões que fazem a gente ir atrás da borragem. Então, a gente não chora, mas, pelo contrário, a gente alegra. Então, as coisas mudam. Você tem que, primeiro, aprender a ser manso, no verdadeiro sentido. Pra os olhos se abrirem e você começar a chorar. E, óbvio, depois que você chorou bastante, você se desapegou das coisas da terra. Que não é só o choro no sentido sentimental, quer dizer, é um choro intelectual. Você entendeu mesmo, chega, tá bom. Não vou mais atrás do jogo do corrente, do maracanã, não vou mais atrás de um monte de bobagem. Terminou. Eu entendi a verdadeira razão dessas coisas. Chorei e me enterrei. Então, aí, bem-aventurados, você tem fome e sede de justiça. Porque esses aí, fome e sede de justiça, justiça é a santidade. O homem justo, no Velho Testamento, e no Novo também, significa o homem santo. Hoje, quando se diz homem justo, é o plurano correto. O homem justo, no Velho Testamento, na Bíblia, é o homem santo. O homem santo. Os justos vivem na fé. Então, quem tem fome e sede de justiça é aquele que, regrando as paixões e abandonando o mundo, porque chorar, tá certo, chorar é o que o jovem rei que não quis fazer. Ele não quis chorar. Ele quis lá ficar contente, fazer festa. Então, esses inimigos, eles começam a desconfiar o que é a santidade. Ele tá indo na primeira morada, mas eles começam a entender o que é a vida espiritual de verdade. Então, tem fome e sede de justiça. E eles serão santificados. E aí tem a quinta bem-aventurança. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Então, por tudo isso que a gente falou até agora, os misericordiosos não é o fulano que, enfim, um vizinho cai numa desgraça, você vai lá, dá um cafézinho, passa ali a cabeça dele, tem misericórdia dele, dá um empréstimo. Os misericordiosos não é isso. Os misericordiosos é o fulano que, justamente porque ele está gostando da santidade, ele começa a viver e fazer misericórdia. Começa a viver para servir. Ele resolveu renunciar a si próprio. Então, são aquelas pessoas que praticam abundantemente a misericórdia. Eles vivem para servir. É o que os apóstolos deveriam ter feito e fizeram quando Jesus disse para levar e converter o mundo inteiro. Não é o seu vizinho. É o mundo inteiro, você entende? Você pega o exemplo de São Paulo e você vê o que o fulano fez. Então, isso daí é a misericórdia. E aí, um indivíduo que realmente cumpriu com a misericórdia, esqueceu de si próprio, esse indivíduo, o que ele acontece com ele? Aí começa a vida iluminativa. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Então, aí ele não está falando mais de uma virtude, mas de uma prática purgativa. Essa é a misericórdia? É. Essa daí é? É a primeira morada. É a primeira morada. É por isso que a porta é estreita e pouco se encontra. E aí, quando o indivíduo faz isso, ele está livre. O indivíduo que fez isso é um homem livre. Ele pode se dedicar a Deus de corpo e alma. E o que ele vai fazer? Ele é puro de coração. Ele vai ver a Deus. Então, isso daí é o começo da vida de oração. E aí, o que que ocorre? Aí depois Jesus diz, bem-aventurados os pacíficos, porque eles serão chamados filhos de Deus. Então, veja só. No Evangelho de São João, São João promete àqueles que creem em Cristo, que ele lhes dará o poder de se tornarem filhos de Deus. No Evangelho de São Mateus, ele diz, bem-aventurados os pacíficos, porque eles serão chamados filhos de Deus. Serão chamados filhos de Deus, quer dizer que todo mundo vai ver que aquele indivíduo não é um ser humano comum. Se não for Deus, é um filho de Deus. E é tão evidente para as pessoas que aí eles viram o sol da terra e a luz do mundo. Não dá para esconder Não dá para esconder uma lâmpada debaixo da mesa de Jesus. Se você tiver uma lâmpada acesa e colocá-la debaixo da mesa, alguém vai lá e pega, porque reconhece que a lâmpada está acesa. E é justamente essa, é uma bem-aventurança. Bem-aventurados os pacíficos. Os pacíficos são aqueles que estão cheios do Espírito Santo, que dá a verdadeira paz. Esses serão chamados, pelas pessoas, de filhos de Deus. E isso daí já é o finalzinho da terceira morada e já o começo da vida alimentiva. E aí Jesus acrescenta uma oitava. Ele diz assim, bem-aventurados fois vós quando vos perseguirem e falarem todo mal de vocês, e vocês ficarem alegres, contentes, felizes, etc. Aí Jesus já está descrevendo o heroísmo. O heroísmo é típico da vida alimentiva. No que começa depois. Aquelas virtudes extraordinárias que a gente vem pensando na Igreja, aquilo ali não vem porque eles ficaram treinando o heroísmo. Então, se matricularam na escola de bombeiros, e aí todas esses que incendiam, eles queriam ir para a linha de frente, a sério virar herói. O heroísmo das virtudes que existem na vida dos santos, ele vem porque eles estavam em uma comunhão com Deus, que corresponde à linha alimentiva, que começa no que a gente chama de facta morada, e que Jesus descreve genericamente na palavra bem-aventurança. Então, as bem-aventuranças, eles escrevem, é o caminho da vida espiritual, todo. E só ao contrário da Santa Tereza, que ela entra nos detalhes da vida alimentiva, como ninguém fez até a época dela, apesar de que, se você vê no Evangelho de São João, todas as moradas estão em linguagem velada, mas está tudo ali, certo? Mas, você vê que as bem-aventuranças, na verdade, eles dão o mapa do caminho, e o mapa do caminho é aquele parágrafo que São Tomás Aquino diz que é sobre o Evangelho. E ele não está tão preocupado em descrever a vida alimentiva. Ele está preocupado em mostrar como é que é fácil ter uma corte estreita. Porque se é católico, para quem que ele quer faça? O Moisés, com a doutrina de Moisés, já era suficiente. Jesus, ele veio porque ele disse, olha, tem um buraquinho aqui, um buraquinho mais pequeno do que o buraco de uma agulha, e as pessoas, inclusive, nem enxergam. Inclusive, nem dá para passar. Só vai passar, inclusive, com a força divina. Mas, é justamente disso que eu me chamava hoje. Eu vim anunciar o reino do céu. Porque começa do outro lado da corte estreita. Então, você vê que as bem-aventuranças têm exatamente isso. O santo Augustino, nesse mesmo livro de Ferdoni, Domino e Monte, onde ele comenta o sermão da montanha, ele... é que eu saiba, eu acho que foi a primeira vez na história do cristianismo que alguém apontou esse paralelo. Foi ali. O santo Augustino, ele notou que cada uma das bem-aventuranças corresponde a um certo tom do Espírito Santo. Exatamente. Mas aí ele não desenvolveu o assunto. Ele está interessado no sermão da montanha. No sermão da montanha, ele abre um parênteses, e ele diz uma coisa só. Veja a diferença curiosa. Cada uma das bem-aventuranças corresponde exatamente a um dos dons do Espírito Santo. E ele não explica porquê. Na suma teológica, não tomais explica porquê que existe esse paralelo. E ele dá a razão exata. Ele diz que não é uma coincidência. Tinha que ser assim. Inclusive, você percebe que exatamente por causa disso os dons do Espírito Santo são sete. Apenas sete, não mais do que sete. E são exatamente aqueles. Não é uma lista genérica que poderia ter mais. E nem são nomes poucos. O primeiro que notou isso, que eu falo, a questão das bem-aventuranças não é Santo Agostinho que foi o primeiro. Você encontra em vários autores anteriores. Por exemplo, no livro da Educação Segunda de Lucas FM, está lá marcado que São Gregório de Mixta mostrou o mesmo paralelo. São Gregório de Mixta é no século 50. Acho que deu antes de Santo Agostinho. Ele diz que as bem-aventuranças são integral e que isso corresponde à Escada de Jacó. Então já era conhecido. Mas que as bem-aventuranças correspondessem aos dons do Espírito Santo, ou houvesse uma correspondência biolígica como que falam os preflátegos, eu acho que Santo Agostinho foi o primeiro que notou isso. E é fácil de mostrar também. E por quê? Quais são os dons do Espírito Santo? Normalmente, quando a gente ouve falar, mesmo que eu dizer muita coisa, eles são sete com aquele mesmo idade, conselho, sabedoria, o que mais? Fortaleza, alguém lembra de Mesalbum? Tudo um caos, parece que não tem ordem. Inclusive existem até teólogos bons, verdadeiramente bons, que falam que não é festa que são festas. E certamente deve ter mais. Como se fossem frutas. E não é são festas. E tem uma ordem certa. E é a ordem que está na Sagrada Escritura, no livro de Isaías. Onde Isaías descreve que quando viria o Messias, ele seria conduzido pelo Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e entendimento, de conselho e fortaleza. É nessa ordem que está colocando conselho e fortaleza, e ciência, idade e temor do Senhor. E o Santo Agostinho nota, olha que coisa curiosa, as bem-aventuranças começam pela menor e vão para a maior. E os dons do Espírito Santo começam pelo maior e vão para o menor. Mas eles correspondem um ao outro. Então o primeiro dom do Espírito Santo é o dom de temor. O que é o dom de temor? O temor é aquela reverência que a gente tem com Deus. É aquele respeito que quando a gente fala do Deus, as pessoas têm, e eles prestam atenção, olha isso é sério, nós precisamos aprender isso. Se a gente não fizer isso, isso tudo vai ter consequências. Eu não quero estar fora disso, eu quero isso. É aquela humildade que corresponde aos pobres de espírito. Porque quem não é pobre de espírito, ele também não tem temor de Deus. Ele não precisa de Deus. Ele é tão rico que Deus não faria diferença para ele. Então o temor de Deus é aquele respeito que já é um sinal de humildade que é próprio daquelas pessoas que são pobres de espírito. E aí vem, em seguida, o dom de piedade. O dom de piedade já significa uma prática religiosa mais profunda. As pessoas piedosas são aquelas pessoas que não só têm o respeito por Deus, mas têm uma reverência geral para os mandamentos que fica evidente. E... são pessoas que estão no mesmo nível dos monstros, que têm uma prática religiosa bastante boa. E são aquelas pessoas que não só têm a Deus, mas, por exemplo, são aquelas pessoas que comungam com reverência, com amor, que demonstram a verdadeira piedade para com Deus, uma verdadeira piedade para com o próximo, que não é compatível com a raiva ou o desprezo, e que é justamente o que ocorre quando uma pessoa, você pode dizer que ela tem aquele dom daquela virtude da paciência e corresponde ao não. E o terceiro dom é o dom da ciência, que corresponde, exatamente, à neventulança dos que choram. Por que as pessoas choram na terceira neventulança? É porque elas entenderam o valor das coisas na Terra. Ou seja, elas entenderam a ciência das coisas humanas. Então elas entenderam realmente o que equivale ao mundo. Então, a mesma neventulança que faz o fulano chorar é o mesmo dom do Espírito Santo que faz o indivíduo da ciência. E ele, justamente, ele chora, porque ele entende a ciência das coisas. Ele chora, porque ele perdeu o tempo que ele gastou, ele chora. Mas não é porque ele sofreu, foi um fator que faz você chorar? Não, não, não é porque ele está sofrendo. É porque ele entendeu o valor do mundo. Então ele chora. É, exatamente. Exatamente, eu fiz isso em Agostinho. Foi um caso que eu já conheci, que é o dom da ciência. E, e aí, aí vem o quarto dom, que é o dom da fortaleza. Que é, efetivamente, a bem-aventurado. Os que têm fome, sede e justiça. É o indivíduo que, uma vez ele tendo revisto pela ciência, toda a vida dele, e ele resolve decididamente procurar a santidade. E, e aí vem o dom de conselho, que é equivalente à misericórdia. Por quê? O dom de conselho, pode ser que seja a mesma, a mesma misericórdia. A gente precisa ter praticado a misericórdia para saber. Por quê? Eu já vi, eu já soube de uma congregação religiosa, que começou, e existe até hoje, mas começou de um jeito muito curioso. Era um indivíduo, eu não sei se era um padre ou era uma freira que estava em Jerusalém, na Terra Santa, 200 anos atrás. E aí ela começou a pegar os, as crianças de rua e dar brinco. Se você fizer isso, e começar a querer descer misericórdia dessa maneira, você vai ver o que acontece. Na hora que ela deu a brinca para a primeira criança, aquela criança que ela levou falou para as outras. As outras foram lá, porque elas também queriam. Aí ela colocou. Daí, depois dos três ou quatro dias, ela tinha três, quatro, cinco, dez crianças para dar de comer, e não tinha dinheiro, e as crianças morreram de fome, e ela comia do que as crianças morressem, e ela começou a sair feito um louco, pedindo dinheiro por misericórdia. Tenho dó de mim, as crianças vão morrer, e eu vou morrer junto com elas, eu não aguento mais, me ajudem, por favor. Essa pessoa, ela estava, digamos assim, de coisas que ela superou, e isso acabou virando uma ordem religiosa. Não lembro qual que era, uma ordem menor. Uma organização pequena que existe até hoje. Mas, foi, ela quis fazer um bem, de repente, aquilo virou um inferno. E o que é pior, que outras crianças queriam entrar lá dentro, e ela não conseguia nem mais acudir até elas. E vinham outras. E isso daí, é típico de quando a gente faz misericórdia. Você experimenta, e o bom da misericórdia é isso, inclusive, que você, ou você renuncia a você mesmo, ou você enlouquece. E, óbvio, o que que acontece se a pessoa supera isso? Se a pessoa supera isso, se a pessoa supera isso, e ela se discorde de si mesma, e ela vive verdadeiramente, vive verdadeiramente para sofrer, para servir, ela vive verdadeiramente para servir, o serviço é tanto, que a pessoa tem que aprender um discernimento muito mais elevado para poder conduzir aquilo sem enlouquecer. No começo é difícil, mas depois, na medida que a pessoa vai se acostumando, na medida que a pessoa vai se acostumando, ela vai adquirindo critérios mais elevados pelos quais ela pode vir o mundo inteiro atrás dela. Ela sabe exatamente o que ela tem que fazer, o que ela não tem que fazer, e ela não deixa de atender quem pode, quem não pode, ela não vai enlouquecer por causa disso. Ela acaba desenvolvendo um sentido superior de prudência, que inteiramente além da personalidade. Ela acaba se tornando uma pessoa tão racional, tão lúdica, que vai ficar acima de qualquer desligado que puder acontecer. Se cair uma bomba nuclear, ela vai atender todo mundo com tanta tranquilidade e vai saber o que tem que ser feito. E não vai ficar louca por causa disso, ela imunizou-se contra o desespero. Então, a pessoa, quando aprende a viver da misericórdia, a fazer o misericórdia, ou ela aprende a aconselhar e aconselhar-se, que pode ser, inclusive, por ela mesma, a perguntar ao Espírito Santo, ou então ela não agenda. Então, o dom de conselho e a prudência, com a prudência superior, é como o exercício da misericórdia. É a vida para servir. Porque é só você começar a servir para você ver que todo mundo vai querer ser servido. É anunciar para as pessoas que servem para servir. Você vê o que é que acontece. Todo mundo vai querer ser servido. E vai acontecer casos tão dramáticos que você não vai dormir tranquilo se você não servir e vai estar nesse medo. Então, os critérios normais de aconselhamento não servem mais para a misericórdia. Exatamente. Então, o dom de conselho está ligado com a misericórdia. É exatamente a mesma coisa. São duas partes da mesma moeda. E aí, o que vem depois do dom de conselho? O dom de inteligência. O dom de inteligência quando começa a vida contemplativa. O dom de inteligência aprofunda o exercício da fé. Isso corresponde a exatamente o que o Jesus fala. Tenha mentirado no futuro de coração porque verão a Deus. E, por último, o dom de sabedoria. Que corresponde a bem-aventurados pacíficos por serem chamados filhos de Deus. É uma participação da criação divina do Cristo. E, vocês lembram que São Paulo disse que Jesus, que o Cristo, é a sabedoria de Deus. Então, não é gratuito. O dom de sabedoria inclusive é uma participação maior do próprio Cristo. E ele vem justamente quando a fé iluminada pelo dom do entendimento, você consegue acrescentar aquela caridade que São Paulo diz que a fé tem que operar por ela. E que, justamente, conduz o Espírito Santo da porta morada. Então, vocês vejam que é extremamente coerente. Sim, tem um paralelo e isso daí. Mas aí, vamos ver... Vamos ver... Existe um texto de São Vítor que desenvolve esses paralelos e uma busca para o fim. Mas, vamos ver um aderente. A parábola do semeador. Na parábola do semeador, você tem um caso exatamente específico dessas coisas. Na parábola do semeador do Evangelismo Mateus, Jesus diz assim que o Reino do Céu é semelhante ao semeador e saiu a semear desde o Reino do Céu. E uma parte da semente caiu no caminho. Um passarinho comeu antes que pudesse dar raiz. Outra parte da semente caiu no solo rochoso. Deu a raiz, mas a raiz não pegou. Outra parte da semente caiu no solo bom, mas estava cheia e sem êxodo. Então, deu a raiz, a raiz pegou firme, mas na hora que ele quis subir, ele não conseguiu, foi fofocado. E outra parte caiu no solo bom onde rendeu cem por um ou um por um, eu não lembro o ponto. E isso é o Reino do Céu. Ele começa assim, a parábola do Reino do Céu e o semelhante é isso. Agora, mas que semelhança tem o Reino do Céu com uma coisa dessas? Ele quer jogar semente e jogar, inclusive, de qualquer jeito e uma especifica, outra não especifica. E o, depois, os próprios apóstolos perguntam a explicação e aí Jesus, ele diz, o Reino do Céu, a explicação é a seguinte, a semente que caiu na estrada são aqueles que não entenderam a palavra. A semente é a palavra. Alguns não entenderam a palavra. Então, passariam por Deus. Os que caíram no meio da, do solo, eram aqueles que não tinham perseverança. Então, não crucificou. Os que caíram onde tinha dinheiro eram aquelas pessoas que se afligiram, que estavam cheios de aflição. Então, deu a raiz mas as atenções se focaram. Os que caíram no solo são aqueles que deram fruto. Jesus explicou, mas não explicou totalmente. Ele deixou ainda assim para as pessoas entenderem. Então, o que que acontece? Na verdade, o Reino do Céu é a vida de queima. Na verdade, essas quatro, essas três coisas que Jesus está falando são os três obstáculos da vida iluminativa. São as três grandes pedras de tropeço de todos que a gente passa pela Via Curiativa. Então, são os três grandes obstáculos que o jovem rico ia ter que enfrentar se tivesse vendido tudo que ele tem. Então, se o jovem rico tivesse vendido tudo e ido para o Cristo, tem três tipos de sementes. A evangelização vai ser dependente do seguinte, eu vou jogar uma semente em você e vai acontecer três coisas. Você tem que superar essas três coisas. Se você superar essas três coisas, você passou a porta feita. Então, aquelas três sementes são a porta feita. E, a ascendência que Jesus ficou são aquelas que conseguiram atravessar a vida iluminativa e entrar no Reino dos Céus e produzir tudo de um por um. E quais são essas três essas três essas três dificuldades? A primeira dificuldade é o fulano que ouviu a palavra e não entendeu. Então, o passarinho comeu antes que ele tivesse raiz. Mas aí eu pergunto, por que que não entendeu? Porque, afinal de contas, o marciano não entendeu qual é a culpa que ele tem. Não, não adivinho. Ele não entendeu. É porque o que acontece é o seguinte, vocês estão vendo o que eu estou explicando para vocês desde a primeira aula sobre a santa magia química, espiritualidade, e no fundo sobre o evangelho. Eu estou ceneando tanto em que Jesus está falando. E muita gente não entendeu. Por quê? Porque não veio na aula, não ouve os aulos, não toma nota, não oração química, não pensa, não busca, não procura. Não é porque é burro. A inteligência de todos é exatamente igual. Os impedimentos para ela funcionar é diferente em cada um. Então, quem não entendeu não é porque é burro. Quem não entendeu é porque não buscou, não meditou, não estudou, não achou, não se esforçou. E era um esforço da inteligência. O que a gente precisa é desenvolver a fé. A fé, ela não se desenvolve a gente apenas crendo. A fé, ela vem da inteligência. E pela fé, a gente enxerga o verdadeiro sentido da relação divina iluminado pela luz que vem do alto pessoal de Cristo. Mas, para isso, você tem que procurar. Isso aí não vai acontecer por outros modos. Não acontece por outros modos. Quando as pessoas não entendem que tem que procurar, que tem que estudar, que tem que se esforçar, como Santo Agostinho fez, que passou 10 anos procurando a verdade, até começar a perceber que a verdade estava na Bíblia, e quando ele percebeu que estava na Bíblia, ele continuou estudando mais do que antes. Porque aí, ele estava navegando primeiro numa lagoa, e aí ele encontrou o oceano. Então, agora que eu não vou parar, quando ele estava vendo ali, esperando que eu lhe perguntasse, ele ainda estava pensando em compreender as coisas. E não estava com ninguém, nem São Paulo, e nem os outros santos. Então, sem esse esforço de procura, não existe vida iluminativa. E normalmente, a gente não procura porque a gente é ruim. A gente está imerso no pecado. Então, a paixão da gente não deixa a mente se abrir. A gente precisa passar pela linha progressiva, se confessar, tem que se aprender a renunciar a si mesmo, tem que viver para servir, e aí isso vai abrir a mente. Só que quando a mente abre a mente, ela não vai funcionar por agulhosa, a gente tem que procurar. Se a gente não procura, a gente acha que já está fazendo rápido, a gente acha que a gente é rico de espírito, olha só o que eu estou fazendo, quem se dedica desse jeito à igreja, que nem eu faço, e não existe uma pessoa, uma diócese que pareça comigo, pois é, fica aí no finalzinho da primeira parada, e não faz mais país aí. Para a gente ir adiante, a gente tem que começar a procurar. E procurar significa estudar e principalmente meditar. Principalmente meditar. Quer dizer, não é ficar fazendo curso, quer dizer, não é ir na aula. Você tem que pegar e fazer um esforço, um escuro, para tentar entender o que realmente significa as coisas que a gente está fazendo. Se não fizer isso, não existe nem vida de oração. Se não fizer isso, o passarinho come. Na hora. Nem vai nascer a raiz. É infelizmente o que acontece nos alunos da gente, porque a maioria dos cursos que a gente dá, a maioria não, todos assim, todos começam, se alimentam pessoas, e todos eles são igrejas, não custa nada. E todas as proximidades do mundo. E aí, a pessoa come, não se preocupa, vai ver a novela, vai fazer outras coisas, não estuda, e aí não vai atrás, não tenta conferir, não tenta estudar, e aí o passarinho vai comendo tudo. E, então, o primeiro, o primeiro riscado da vida iluminativa é justamente isso daí, é a busca, uma busca da inteligência. E muitas vezes, dentro da própria igreja, a gente contribui para isso. Quantas vezes a gente não ouviu um bom teólogo dizer que a ignorância é o oitavo sacramento, que quanta gente não se salva justamente porque ele fez o que podia, e as coisas que ele não sabia, ele não se salva, porque ele não teve culpa. Então, ele se salvou justamente pela ignorância. Mas, quanto à ignorância, a parábola do semeador é exatamente o contrário. Se você ficar na ignorância do oitavo sacramento, você não passa da vida curativa, se é que você chega no final. Mas, aí, vem o segundo obstáculo. O segundo obstáculo, o que que é? É a perseverança. E, que perseverança? Aí, provavelmente, vamos dizer, bom, se eu passar do primeiro, esse daí, perseverança comigo mesmo. A minha vida dentro do círculo da universidade, da empresa, isso aí, prova que tem um homem de perseverança sobre mim. Então, esse daí, se eu passar do passarinho, a rocha não vai me parar. Começa a piada. Por quê? Jesus, obviamente, se o que ele está colocando é os obstáculos da vida iluminativa, não é a perseverança que, não é essa perseverança que ele está se referindo. Essa perseverança, que o fulano está entendendo, é a perseverança que deveria estar na vida curativa, não na iluminativa. E a perseverança, esse tipo de perseverança que o fulano está alegando deveria ser para fazer o bem, para ele não começar a servir e depois de três dias, ele diz, bom, eu já fiz a minha parte, agora os outros têm que ajudar também. Essa daí, é a da curativa. A perseverança que Jesus está falando só pode ser uma coisa, que o indivíduo, por que que ele vai meditar quando ele entra na vida iluminativa? Ele vai meditar para desenvolver a fé, para ele crescer na fé e para ele conseguir entender exatamente o que ele se quer. Na hora que ele perceber o que ele quer, uma das coisas mais importantes que é da vida iluminativa é justamente a vida de oração. E o que se requer na vida de oração de importante e está ligado com a vontade, está ligado com a perseverança Então, a perseverança do que ele está falando é a perseverança no amor na vida de oração. É o indivíduo que ele não desanima em procurar desenvolver dentro da alma o primeiro mandamento até que a prática do primeiro mandamento amarelo a Deus e todo coração e toda alma e todo entendimento se torne um amor perpétuo. É a perseverança no amor. Não é assim que perseverança em atividades externas. Essa perseverança é muito mais difícil. É uma perseverança muito mais adequada. Mas é o que precisa porque é o que o São Paulo fala para os gálatas. Como é que a gente chega no reino do céu? É pela fé que opera pela caridade. Então, você tem que aprender a meditar para se abrir as verdades divinas que é você ver o passarinho e depois tem que ajudar a caridade. A caridade é o amor que vai operar aquela fé. E justamente aí é a perseverança que Jesus está falando. E aí, quando você faz essas coisas você pode fazer aquilo que o São Paulo diz para os gálatas. Você pode viver uma fé e operar pela caridade. Mas depois tem o último não-litar. Você já está tudo pronto. Mas tem o primeiro. Você você você já tem uma vida de oração você vive da fé vive da caridade mas infelizmente você está pegado as coisas do mundo. Doce e cinza. Certo? As aflições as preocupações e as coisas encarnadas você não consegue se desenhar delas. Então, ela surfoca a caridade. Então, se você realmente o que a palavra está dizendo se você realmente consegue iniciar uma busca na verdade aquela que o evangelho de São João diz que se a gente permanecer na palavra estudar a palavra meditar a palavra a gente conhecerá a verdade e a gente vê esse passarinho. E se a gente aprender a praticar os primeiros adventos na vida de oração e se a gente realmente se desapegar de todas as coisas de tal maneira que nada mais consegue perturbar então você vai chegar na porta da morada e onde começa o reino de Deus e dali pra frente o caminho é imensamente longo mas é uma via aberta. Não é uma porta estreita. A vida nativa que a gente não está descrevendo aqui e vamos deixar isso como uma outra ocasião a vida nativa é diferente da iluminativa a vida iluminativa é assim só que ela é apertada não dá pra passar nada o fulano ele tem que largar todas as coisas e fazer uma força enorme a vida iluminativa ela é uma rodovia enorme mas ela é bem finalizada os carros estão à disposição o trânsito é livre a única dificuldade que tem é que ela é enorme mas dá vontade de correr e justamente o que o Jesus está dizendo é o seguinte se vocês vencerem o passarinho a rocha e o espinheiro vocês vão atravessar essa parede e aí vai dar 5 por 1 aí é só correr corre e ele não vai precisar nem de símbolo porque apesar da rodovia ser enorme o panorama é deslumbrante então aí não precisa mais incentivar precisa de muito esforço próprio apesar de que quem faz o trabalho na verdade é Deus porque por mais esforço que faça você não consegue enfiar o cabelo no buraco de uma agulha e ele diz que é mais difícil do que isso então você vai precisar de esforço mas se Deus não quiser na verdade você não passa por mais esforço que é preciso mas óbvio que tem que fazer esforço na vida mentira existe esforço mas é o esforço não é uma coisa feitada nos próprios santos Jesus isso é uma história real onde está a dificuldade é a vidra iluminativa não é a purgativa e é a iluminativa então é isso mas você veja como essas parábolas significam coisas assim inacreditáveis então não é possível não é possível não é possível não é possível não é possível vou dar um outro exemplo para quem assistiu as aulas na quinta-feira já está cansado de ouvir vamos pegar uma outra parábola que aparentemente parece saída de um hospício que é a parábola da véspera 10 virgens tinha 10 virgens tinha 10 virgens que iam casar com um noivo e ninguém sabia quando que o noivo vai vir e as virgens estavam reunidas em um lugar esperando o noivo vir e o noivo disse que eles tinham que ficar as 10 virgens com uma lâmpada acesa dia e noite de manhã, tarde e noite e madrugada durante o dia me desafio porque ia vir de surpresa e podia ser as 4 da madrugada ele nunca mais ia casar com ninguém então estava lá as 10 virgens com uma lâmpada na mão dia e noite sem parar e obviamente alguns falaram que já faz meses que nós estamos esperando e ele não mata inclusive que casamento mais estranho é esse quer dizer qualquer noiva moderna que o noivo se comportasse desse jeito já matava o noivo uma hora e mais ainda botando 10 uma vez esperando e não vai avisar quando chega e aí de repente o noivo chegou de madrugada e as 10 virgens tinham algumas que tinham seguido aquela vez que estavam lá com uma lâmpada queimando e quando chegou elas avisaram e nós não não queremos a nossa lâmpada fresa dá um pouquinho de goza não vai comprar meu não vai dar por dois e aí na festa de comprar não conseguiram o noivo passou de fora para sempre e Jesus disse isso é o reino do céu como é que forma uma coisa dessa que comparação maluca e que noivo mais viruta e pior do que um noivo mais viruta do que um noivo são as noivas que surpreendem uma coisa dessa só que se você entender isso claramente não é óbvio certo? o que que é a interpretação disso? olha, o reino dos céus é a quarta morada certo? é o que começa na quarta morada é a vida iluminativa e justamente para você chegar na vida iluminativa você tem que passar pela vida iluminativa que o São Paulo diz que é a prática da fé que é é que opera pela caridade então você na verdade tem que se descojar de tudo fazer uma reforma na sua vida sair do pecado sair das paixões de abandonar o seu próprio ego descojar de absolutamente tudo para você começar uma vida de oração e essa vida de oração é a vida da fé que opera pela caridade você tem que aprender a levar uma vida espiritual onde você tenha um bom tempo de oração por dia onde você viva profundamente a luz da fé com a chama da caridade e que isso inclusive vá se tornando presente ao longo dos dias mesmo que você não esteja rezando até você viver da fé e do amor ora é justamente isso que é a lâmpada porque a luz da lâmpada significa fé a luz da fé que é uma luz que brilha na inteligência e essa essa luz da fé ela é sustentada nesse modo permanente não por ela mesma mas pela virtude do amor da caridade e justamente só entram no reino dos céus aquelas virgens que somos nós se a gente depois de ter passado pela vida purgativa a gente aprende a manter a lâmpada permanentemente acesa se a nossa lâmpada estiver permanentemente acesa nós chegamos próximo da vida lucida onde o noivo vai passar por uma carruagem e vai dizer para entrar certo? na vida omitida a gente não entra a gente é admitido a gente não faz nada quer dizer diretamente para entrar quer dizer é o próprio ferido santo que age mas ele exige isso que a gente esteja com uma lâmpada de noite permanentemente acesa e essa lâmpada tem que queimar pelo amor e tem que brilhar pela fé então, algumas dessas virgens elas eram amizades, elas estavam esperando elas estavam querendo entrar no castelo interior elas fizeram exatamente isso eu não terei dado para saber então elas se esforçaram para não deixar faltar óleo para amarem a Deus em todo o coração para se despojarem do que era necessário e elas viviam da fé e pela fé o Cristo vivia neles as outras não tinham isto o passarinho delas comeu um monte de coisas elas não estavam entendendo direito o que era para fazer elas não tinham a perseverança no amor que era da brocha que uma hora tinha óleo outra hora não tinha óleo e a maioria do tempo não tinha óleo e a maioria do tempo não tinha e, ou seja, o trabalho mal feito não tinha não tinha óleo o tempo todo e provavelmente não tinha óleo o tempo todo porque a amizade ainda era pequena não dá para ficar queimando óleo o tempo todo eu tenho mais o que fazer está acontecendo isso eu tenho problemas, eu tenho outros os problemas não impedem que a gente queime o óleo é a comissão com os problemas é o ativo dos problemas que faz com que impede que a gente queime o óleo então, seja porque elas não entenderam seja porque elas não tinham a perseverança seja porque não tinha o espírito o fato é que a lâmpada não estava brilhando o tempo todo e aí, quando a carruagem passou elas ficaram então, simples assim certo você veja como como essas coisas fazem um sentido enorme quando a gente vê sobre isto quer dizer, Jesus Ele está chamando a atenção para a gente que Ele quer chamar a nós para um nível de vida espiritual muito maior Ele quer chamar a gente para o reino do céu e Ele explica isso em N maneiras na História das Galáxias Ele não faz Ele não o São Paulo, Ele conta isso literalmente sem usar nenhuma parábola mas a gente não entende nas parábolas Jesus inventa linguagem segurada para a gente tentar entender quando a gente não entende por uma Ele inventa outra quando a gente não entende pela outra Ele faz uma outra e depois no Evangelho do São João Ele resolve descrever a própria vida humanitária para as pessoas se motivarem mais então a gente lê e não entende nada não entendeu porque não estudou porque não procurou se tivesse pesado, procurado e tivesse se esforçado para realmente a gente abandonar e a gente se forçasse por entender está explicado em tantas e tantas e tantas maneiras e como se não fosse suficiente Ele mandou depois os santos padres, os doutores da igreja da Santa Teresa, do São Tomás do São Agostinho, de São Vítor Ricardo de São Vítor as recíprocas papais mandou horrores Ele só não enxerga quem é prejuízo certo? sim essa daí é melhor a gente deixar para outra ocasião e nós vamos ver algumas outras existe uma parábola que diz que o reino dos céus é semelhante a um pescador que saiu procurando peixe ele jogou a rede e aí puxou quando puxou a rede ele escolheu os peixes bons e aqui deixou e os peixes maus ele jogou fora e o reino dos céus parece com isso quem deu uma interpretação fantástica disso daí não foi nem São Agostinho foi um autor que viveu antes de São Agostinho e que não é qualquer coisa apesar de que como reino ele encorreu em várias imprecisões mas não é nessa parábola tem um autor entre os primeiros santos padres que se chama Origines Origines ele escreveu um comentário ao evangelho de São Mateus dos quais alguns pedaços se perderam mas onde está a interpretação essa parábola está lá ele diz que o que significa isso um pescador jogou a rede e ele diz, veja só ele diz a rede a rede é ação sagrada das pessoas o pescador é o Cristo e a rede que foi jogada não é uma rede qualquer não é o sermão do padre a rede que o Origines está falando que significa essa parábola é a Bíblia, as sagradas escrituras então Jesus ele joga as sagradas escrituras no meio do mar só tem condições de entrar no reino do céu aquele que é envolvido pelas sagradas escrituras os outros nem tem chance os outros já está fora se não entrou na rede das sagradas escrituras esquece do reino do céu isso é exatamente igual a parábola do semeador se você não entender a palavra depois da liga cognitiva você tem que buscar tem que fazer um esforço de busca da inteligência e esse esforço de busca da inteligência você tem que fazer quer você seja alfabetizado quer você seja analfabeto não precisa fazer a faculdade de etologia mas exibe uma busca intelectual de querer entender as coisas isso não precisa necessariamente você saber escrever se você não souber escrever você vai ter mais dificuldade mas é impossível e hoje em dia esse problema não existe todos não sabem escrever então você pode conversar com você pode conversar com você pode conversar com você pode conversar com todo mundo as melhores inteligências de todas as épocas e depois que surgiu a internet surgiu o livro eletrônico e que a maioria dessas coisas está tudo em pdf está tudo em formato eletrônico e quando não existe você pode usar a internet e saber que está no sebo na África do Sul e o fulano se ele disser que o passarinho era forte ele conversa piada não tem passarinho que resista agora a preguiça e a falta de vontade é é aí não dá pra fazer nada e o origem é exatamente isso o rei dos céus começa aqui Jesus joga a velha a velha joga as estruturas que não tem verdade fica lá mesmo na água enfim daqueles que forem daqueles que forem enredados nas regras das estruturas aí então o Jesus junto com o anjo vai separar uns dos outros pra ver quem se fica no reino ou não mas quem não não procura se enredar nas estruturas então ele está dando uma interpretação nesse ponto que é igual a do da parábola do semeador uma outra parábola também que o origem se interpreta ao que deu Jesus em São Mateus é a parábola do tevão escondido no campo da pérola escondida no campo onde Jesus diz diferente a uma pessoa que foi procurar um campo para comprar e aí descobriu que num campo tinha uma pérola de grande valor de tesouro de grande valor voltou um ensinado pra ninguém vendeu tudo que tinha e comprou aquele campo ficou com a pérola e ficou rico e o origem ele diz a mesma coisa ele diz que esse tesouro aliás que é esse campo é essa grande estrutura mas que alguns lêem e não lêem nada além do campo normal é um livro como qualquer outro algumas pessoas porém eles compram eles vão olhar o campo e percebem que esse campo é diferente dos outros tem um tesouro encerrado lá dentro qualquer coisa pra ficar com o campo então ele ele está querendo dizer a mesma coisa que na verdade o reino dos céus a forte experiência começa com a busca da inteligência e junto com essas parábolas ele interpreta também quando Jesus diz que a gente deve buscar e achar e a gente achará que a gente tem que bater e a porta se abre e o origem ele diz que isso se retere ao sentido das sagradas escrituras é esse buscar e esse bater o origem ele diz que o que a gente tem que procurar é em primeiro lugar que Deus nos livre ou entendimento nas sagradas escrituras e que se a gente fizer isso e a gente acertar a porta bater na porta com insistência a porta vai abrir e essa interpretação está bem relacionada com a casul e e está bem relacionada com o do a parábola do do do semeador quer dizer, existe um momento em que justamente porque na vida purgativa a gente ordenou as paixões que por causa das paixões que tenham se ordenado a mente se abre e a gente começa a desconfiar que tem um tesouro naquele campo que tem um tesouro nas sagradas escrituras naquela época ainda não existia a tradição da igreja como o origem descreveu o que a igreja tinha era basicamente o velho e o novo testamento e mais uma ou duas cartinhas que é o dos santos pássaros e então ele está trazendo a sagrada escritura mas a gente sabe que a revelação ela não é essa sagrada escritura a revelação ela vem da sagrada escritura da igreja e do magistrado da igreja então isso refere a tudo isso toda essa riqueza tremenda e quando então Jesus disse que a gente tem que bater e ser aberto o origem está falando que a gente tem que fazer um esforço proposital para a gente pedir a Deus a graça de enxergar de entender essas coisas e o reino dos céus começa aí justamente quando Juliano encontra o tesouro que os outros não tinham visto ou quando ele se enreda na rede ou quando ele começa a bater e começa a ser ouvido daí em diante Deus vai começar a explicar para o indivíduo aquilo que ele iria explicar para o jovem rico se ele tivesse voltado se o jovem rico tivesse voltado Jesus ensinou uma série de coisas e essas coisas ele vai ensinar para nós também porque o mesmo Jesus que os jovens ricos iam encontrar a gente pela fé a gente encontra realmente dentro de nós tem uma luz que está dentro de nós que ela vem de Deus e que não é a luz da razão natural que é o próprio Cristo e que se a gente fizer isso se a gente bater essa luz ela vai mostrar o que aparentemente nós não queríamos ficar sabendo quando eu li a parábola do jovem rico a história do jovem rico pela primeira vez eu falei mas que fulano mais que imperável e ele não voltou e como é que nós agora nós vamos ficar sabendo o que que Jesus ensinou para ele nós ficamos sem saber porque ele não voltou então ninguém contou mas não é verdade e nós mesmos tem alguém que vai contar para a gente tudinho desde que a gente se esforce não viu o tesouro do santo não viu o tesouro do santo ele não se endossinou na rede não se endossinou na rede não procurou e foi embora mas ele podia ter feito ele disse mas espera um minutinho deixa eu pensar um pouquinho eu não sei onde está perdendo isso eu não posso ir embora desse jeito eu preciso refletir um pouco eu estou sem coragem mas deixa ela voltar Jesus eu preciso fazer isso tudo tem que ser tudo de uma vez tem outra maneira deixa eu entender por que, explica por favor e aí ele ia acabar entendendo mas não ele recebeu não, não passaria nenhum foi um momento de desespero foi um momento de desespero segundo o nome, ele não entendeu então, o moral da história essas coisas você também encontra no velho testamento você vê que a história do êxodo pode também ser interpretada dessa maneira enquanto a gente já fez isso aqui recentemente mas a moral da história é que o que Jesus precisa e o que Jesus veio fazer na terra é justamente chamar as pessoas para isso ele não precisa de católicos praticantes ele precisa de mais do que isso ele quer mais do que apenas um católico um católico praticante na época de Jesus o evangelho fala mal dos fariseus mas quando você nos vai olhar a teologia dos rabinos os rabinos eles se orgulham hoje de serem fariseus os rabinos eles dizem que a escola a teologia rabínica é a legítima descendente do farisaísmo e os rabinos se orgulham que a teologia judaica ela descende da linhagem dos fariseus e que eram os homens mais justos mais corretos mais abertos mais sensíveis da época do Cristo eles elogiam os fariseus os fariseus talvez eles deviam ter eram a melhor parte eram os judeus católicos eles eram eram massa e eram pessoas que ficaram a gente tem um favor do fariseu pelo modo como o evangelho fala mas você vai ler os livros dos rabinos para você ver como falam dos fariseus eles falam que eles eram maravilhosos que eram homens abertos e de visão ampla caridosos honestos e sudosos a massa do judaísmo e ai Jesus diz se a justiça de vocês não exceder a do fariseu e dos autores da lei vocês não entrarão no reino do céu então é a mesma coisa se a justiça da gente entrar no reino católico a gente não entra no reino do céu a gente pode entrar no céu mas a gente não vai passar pela porta feita e é justamente que Jesus veio para isso e ele veio para que se produzam pentecostes ele veio para chamar a luz do homem novo e ele precisa que a gente entenda esse esforço de não passar por isso e isso é muito sério porque o homem novo é tão diferente o homem novo que é fazer só guarda-estrelas é tão diferente do homem comum mesmo que já fale em praticantes que o próprio Santo Agostinho diz que existem duas cidades que condividem a sociedade humana a cidade de Deus e a cidade dos homens e isso corresponde ao homem velho ao homem novo que fala São Paulo nas epístolas dele e corresponde a uma distinção que São Paulo faz em Físico quando ele chama um de homem psíquico e o outro de homem espiritual o homem psíquico é o homem que tem uma alma natural a psique psique em grego significa alma é a nossa alma tal como está na natureza e diz o homem psíquico o homem natural não precisa ser o homem afundado no pecado o homem natural ele não consegue entender essas coisas inclusive para ele são loucuras o homem espiritual que é o homem que é conduzido pelo Espírito de Deus é o homem que é conduzido pela graça e eles são filhos de Deus de São Paulo os filhos de Deus são aqueles que são conduzidos pelo Espírito de Deus então é uma diferença tão dramática que a própria história humana seria diferente se houvesse uma boa quantidade de filhos de Deus no meio da cidade que a reina e com isso você estaria instaurando o reino de Deus na Terra você estaria instaurando condições para que os outros homens pudessem se salvarem e estarem no reino dos céus e você estaria pouco a pouco levando o Evangelho a todos os povos de uma maneira mais profunda o Evangelho não progrede exatamente porque tem poucas pessoas desse tipo e para que o Evangelho progreda não basta a gente estar disposto a fazer apostolado ou catecismo a gente tem que estar disposto a passar pela porta estreita e ao passar pela porta estreita nós vamos enxergar coisas que as pessoas ou homens não enxergam as pessoas vão se convencer disso elas vão seguir o exemplo o trabalho da gente vai fortificar temporum e a gente vai estar colaborando com a graça de Deus para levar o Evangelho a todos os povos e com isso já ficamos já são 10 horas na semana que vem nós vamos tentar desenvolver a segunda parte e a última dessa aula e eu vou tentar a dar uma ideia tanto quanto é possível porque isso é uma coisa difícil e de como é que se começou a desconstruir tudo isso que foi o tema da Constituição do Senhor Jesus esse, digamos assim nessas primeiras aulas a gente tentou dar uma ideia um pouco mais profunda do que era o Evangelho do que Deus queria para os homens tem muito mais do que isso e a coisa foi funcionando o Consílio Vaticano II quando foi chamado ele foi chamado justamente para debater um problema em especial depois acabou se debatendo tudo mas o João XXIII quando ele chamou o Consílio Vaticano II ele chamou o Consílio Vaticano II para discutir porque é que a humanidade estava se distanciando do Evangelho e do Cristianismo cada vez mais aceleradamente um problema que o Deus doce já tinha levantado várias vezes foi assim que a gente começou a aula e e aí uma das coisas que o Vaticano II falou que era necessário para fazer frente a isso era o surgimento de muitos homens sábios e aí eu sabia que São Tomás de Aquino ele tinha o segredo da sabedoria porque ele inclusive assumiu alguns eventos ele começa dizendo que ele assumiu humildemente a função de sábio e naquela época ainda era possível assumir essa função quer dizer, naquela época era possível você ir em um lugar e ensinar a sabedoria São Tomás de Aquino aprendeu em algum lugar e ele tentou ensinar os outros e aí ele diz que a função do sábio não é apenas contemplar a verdade falar é contemplar a verdade e mostrar o erro portanto se existe sábio ele não é só para explicar como é que o evangelho se vive é também para explicar porque as pessoas não estão ouvindo isso tem que dar resposta que o Vaticano II estava querendo não basta um precisa de muitos mas a função da sabedoria é as duas coisas não é só, São Tomás de Aquino disse a função do homem sábio não é apenas contemplar a verdade e iluminar onde está o erro porque ele só vai entender onde é que se errou se você enxergar a fundo a verdade você consegue ordenar tudo em função dela aí você vê onde é que está a origem da desordem enquanto não houver esses homens sábios você não vai conseguir ordenar nunca porque você nem se acredita se você não vê como que qual é a proposta do evangelho você também não vai ver onde é que o evangelho está sendo dinamitado então na sua função de gentil São Tomás de Aquino tentou fazer isso como estava acontecendo nas cadenas mas depois que ele morreu começaram a acontecer muitas outras coisas então tanto quanto eu estou aqui na semana que vem mais uma vez a gente começa a falar de alguma coisa de como é que tentou se destruir e e porque é que precisa de pessoas que se dediquem a isso para poder ajudar a igreja a trazer de volta o evangelho que está se esbarrindo pelo ralo que é o que não é eu que estou falando é que o Pio XII falou é que o João XXIII falou e por causa disso que eles convocaram mais um segundo e aí no fim quando a gente terminar essas aulas eu queria convidar se houver pessoas de boa vontade que queiram passar pela porta estreita que queiram se juntar com Tomás de Aquino e que queiram assumir o serviço de sábio e que queiram ajudar a igreja do jeito como ela queria ser ajudada e que queiram ajudar Jesus a fazer melhor o evangelho de novo mas para isso precisa de esforço de estudo, de renúncia de oração e de muita boa vontade e quem não quiser tudo bem Jesus não obrigou ninguém o João e a gente fomos embora e se alguém quiser o convite está feito e gostaria muito que as pessoas entendessem a gravidade disso e que dissessem se Jesus, eu estou aqui e o que eu quero que eu faça estão bem e eu vou dizer a vocês até semana que vem
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